Nova temporada do auxílio ao Evangelho no
lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 15 (Fora da
caridade não há salvação), itens 8 ao 10 (Fora da Igreja não há salvação. Fora
da verdade não há salvação. Fora da caridade não há salvação)
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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.
1ª parte: Prece de
abertura:
2ª parte: Leitura da página de preparo:
Página de preparo: Cap 110 - Dar (Livro “Vinha de luz”,
de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)
"E
a caridade é esta: que andemos segundo os seus mandamentos. Este é o
mandamento, como já desde o princípio ouvistes; que andeis nele." - João
(II João, 6)
Em todos
os lugares e situações da vida, a caridade será sempre a fonte divina das
bênçãos do Senhor.
Quem dá o
pão ao faminto e água ao sedento, remédio ao enfermo e luz ao ignorante, está
colaborando na edificação (construção) do Reino
Divino, em qualquer setor da existência ou da fé religiosa a que foi chamado.
A voz
compassiva (que indica compaixão) e fraternal
que ilumina o espírito é irmã das mãos que alimentam o corpo.
Assistência,
medicação e ensinamento constituem modalidades santas da caridade generosa que
executa os programas do bem. São vestiduras diferentes de uma virtude única.
Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.
Ninguém
pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si
mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o espírito de
boa-vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se
não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à
compreensão e ao auxílio fraternais.
Em razão
disso, as menores manifestações de caridade, nascidas da sincera disposição de
servir com Jesus, são atividades sagradas e indiscutíveis. Em todos os lugares,
serão sempre sublimes luzes da fraternidade, disseminando (espalhando) alegria, esperança, gratidão, conforto e
intercessões benditas.
Antes,
porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida,
pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação
e a redenção de nós mesmos. Trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e
agirmos, segundo os ensinamentos do Divino Mestre, no Evangelho. É a caridade
de vivermos verdadeiramente n’Ele para que Ele viva em nós. Sem esta, poderemos
levar a efeito grandes serviços externos, alcançar intercessões valiosas, em
nosso benefício, espalhar notáveis obras de pedra, mas, dentro de nós mesmos,
nos instantes de supremo testemunho na fé, estaremos vazios e desolados, na
condição de mendigos de luz.
3ª parte: Estudo do Evangelho:
Capítulo 15 (Fora da caridade não há
salvação), itens 8 ao 10 (Fora da Igreja não há salvação. Fora da verdade não
há salvação. Fora da caridade não há salvação)
Fora da Igreja não há salvação. Fora da verdade não há salvação
8. Enquanto a
máxima - Fora da caridade não há salvação - assenta num princípio
universal e abre a todos os filhos de Deus acesso à suprema felicidade, o dogma
(preceitos, em geral religiosos, considerados
inquestionáveis) - Fora da Igreja, não há salvação -se estriba (baseia-se, fundamenta-se), não na fé fundamental em
Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as religiões, porém numa fé
especial, em dogmas particulares; é exclusivo e absoluto. Longe de unir os
filhos de Deus, separa-os; em vez de incitá-los ao amor de seus irmãos,
alimenta e sanciona a irritação entre sectários (seitas,
crenças, religiões) dos diferentes cultos que reciprocamente se
consideram malditos na eternidade, embora sejam parentes e amigos esses
sectários. Desprezando a grande lei de igualdade perante o túmulo, ele os
afasta uns dos outros, até no campo do repouso. A máxima - Fora da caridade
não há salvação consagra o princípio da igualdade perante Deus e da
liberdade de consciência. Tendo-a por norma, todos os homens são irmãos e,
qualquer que seja a maneira por que adorem o Criador, eles se estendem as mãos
e oram uns pelos outros. Com o dogma - Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se
(amaldiçoam-se) e se perseguem reciprocamente,
vivem como inimigos; o pai não pede pelo filho, nem o filho pelo pai, nem o
amigo pelo amigo, desde que mutuamente se consideram condenados sem remissão (absolvição, perdão). É, pois, um dogma essencialmente
contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei evangélica.
9. Fora da
verdade não há salvação equivaleria ao Fora da Igreja não há salvação e
seria igualmente exclusivo, porquanto nenhuma seita existe que não pretenda ter
o privilégio da verdade. Que homem se pode vangloriar de a possuir integral,
quando o âmbito dos conhecimentos incessantemente se alarga e todos os dias se
retificam (corrigem) as
idéias? A verdade absoluta é patrimônio unicamente de Espíritos da categoria
mais elevada e a Humanidade terrena não poderia pretender possuí-la, porque não
lhe é dado saber tudo. Ela somente pode aspirar a uma verdade relativa e
proporcionada ao seu adiantamento. Se Deus houvera feito da posse da verdade
absoluta condição expressa da felicidade futura, teria proferido uma sentença
de proscrição geral, ao passo que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção (interpretação, sentido), podem todos praticá-la. O
Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos,
independente de qualquer crença, contanto que a lei de Deus seja observada, não
diz: Fora do Espiritismo não há salvação; e, como não pretende ensinar
ainda toda a verdade, também não diz: Fora da verdade não há salvação, pois
que esta máxima separaria em lugar de unir e perpetuaria (tornar eterno) os antagonismos (rivalidades, oposições).
INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS
Fora da caridade não há salvação
10. Meus filhos, na
máxima: Fora da caridade não há salvação, estão encerrados os destinos
dos homens, na Terra e no céu; na Terra, porque à sombra desse estandarte eles
viverão em paz; no céu, porque os que a houverem praticado acharão graças
diante do Senhor. Essa divisa é o facho (luz)
celeste, a luminosa coluna que guia o homem no deserto da vida, encaminhando-o
para a Terra da Promissão. Ela brilha no céu, como auréola santa, na fronte dos
eleitos, e, na Terra, se acha gravada no coração daqueles a quem Jesus dirá:
Passai à direita, benditos de meu Pai. Reconhecê-los-eis pelo perfume de
caridade que espalham em torno de si. Nada exprime com mais exatidão o
pensamento de Jesus, nada resume tão bem os deveres do homem, como essa máxima
de ordem divina. Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que
apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo.
Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim, meus
amigos, a perscrutar-lhe (averiguar, descobrir)
o sentido profundo e as consequências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as
aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a
consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como
também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é
necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister (indispensável) sempre se torna a ação da vontade;
para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a
despreocupação.
Meus amigos,
agradecei a Deus o haver permitido que pudésseis gozar a luz do Espiritismo.
Não é que somente os que a possuem hajam de ser salvos; é que, ajudando-vos a
compreender os ensinos do Cristo, ela vos faz melhores cristãos. Esforçai-vos,
pois, para que os vossos irmãos, observando-vos, sejam induzidos a reconhecer
que verdadeiro espírita e verdadeiro cristão são uma só e a mesma coisa, dado
que todos quantos praticam a caridade são discípulos de Jesus, sem embargo (impedimentos, obstáculos, restrições) da seita a que
pertençam. Paulo, o apóstolo. (Paris, 1860.).
5ª parte: Fluidificação da água:
6ª parte: Prece de encerramento:
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