sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 205: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir um conselho (itens 24 e 25) - Nas aflições da vida (itens 26 e 27)

 Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir um conselho (itens 24 e 25) - Nas aflições da vida (itens 26 e 27)


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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.

1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 62 - Resistência ao mal (Livro “Vinha de luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

"Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal." - Jesus (Mateus, 5:39).  

 

Os expoentes (especialistas) da má-fé costumam interpretar falsamente as palavras do Mestre, com relação à resistência ao mal.

Não determinava Jesus que os aprendizes se entregassem, inermes (sem se defenderem), às correntes destruidoras.

Aconselhava a que nenhum discípulo retribuísse violência por violência.

Enfrentar a crueldade com armas semelhantes seria perpetuar (eternizar) o ódio e a desregrada (desenfreada) ambição no mundo.

O bem é o único dissolvente (eliminador) do mal, em todos os setores, revelando forças diferentes.

Em razão disso, a atitude requisitada pelo crime jamais será a indiferença e, sim, a do bem ativo, enérgico, renovador, vigilante e operoso.

Em todas as épocas, os homens perpetraram erros graves, tentando reprimir a maldade, filha da ignorância, com a maldade, filha do cálculo. E as medidas infelizes, grande número de vezes, foram concretizadas em nome do próprio Cristo.

Guerras, revoluções, assassínios, perseguições foram movimentados pelo homem, que assim presume cooperar com o Céu. No entanto, os empreendimentos sombrios nada mais fizeram que acentuar a catástrofe da separação e da discórdia. Semelhantes revides sempre constituem pruridos (tentação, atração) de hegemonia indébita do sectarismo pernicioso (nocivo) nos partidos políticos, nas escolas filosóficas e nas seitas religiosas, mas nunca determinação de Jesus.

Reconhecendo, antecipadamente, que a miopia espiritual das criaturas lhe desfiguraria as palavras, o Mestre reforçou a conceituação, asseverando (afirmando): "Eu, porém, vos digo..."

O plano inferior adota padrões de resistência, reclamando "olho por olho, dente por dente"...

Jesus, todavia, nos aconselha a defesa do perdão setenta vezes sete, em cada ofensa, com a bondade diligente (dedicada, cuidadosa, zelosa), transformadora e sem-fim.

 

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir um conselho (itens 24 e 25) - Nas aflições da vida (itens 26 e 27)

II - PRECES POR AQUELE MESMO QUE ORA

Para pedir um conselho

24. PREFÁCIO. Quando estamos indecisos sobre o fazer ou não fazer uma coisa, devemos antes de tudo propor-nos a nós mesmos as questões seguintes:

1ª - Aquilo que eu hesito (tenho receio, fico indeciso) em fazer pode acarretar qualquer prejuízo a outrem?

2ª - Pode ser proveitoso a alguém?

3ª - Se agissem assim comigo, ficaria eu satisfeito?

Se o que pensamos fazer, somente a nós nos interessa, licito (possível) nos é pesar as vantagens e os inconvenientes pessoais que nos possam advir (resultar, acontecer).

Se interessa a outrem e se, resultando em bem para um, redundará (causará) em mal para outro, cumpre, igualmente, pesemos a soma de bem ou de mal que Se produzirá, para nos decidirmos a agir, ou a abster-nos (não agir).

Enfim, mesmo em se tratando das melhores coisas, importa ainda consideremos a oportunidade e as circunstâncias concomitantes (ao mesmo tempo, simultaneamente), porquanto uma coisa boa, em si mesma, pode dar maus resultados em mãos inábeis, se não for conduzida com prudência (cautela) e circunspecção (seriedade, moderação). Antes de empreendê-la (executá-la), convém consultemos as nossas forças e meios de execução.

Em todos os casos, sempre podemos solicitar a assistência dos nossos Espíritos protetores, lembrados desta sábia advertência: Na dúvida, abstém-te (não faça). (Cap. XXVIII, nº 38.)

25. Prece. - Em nome de Deus Todo-Poderoso, inspirai-me, bons Espíritos que me protegeis, a melhor resolução a ser tomada na incerteza em que me encontro. Encaminhai meu pensamento para o bem e livrai-me da influência dos que tentarem transviar-me (tirar-me do rumo).

Nas aflições da vida.

26. PREFÁCIO. Podemos pedir a Deus favores terrenos e Ele no-los pode conceder, quando tenham um fim útil e sério. Mas, como a utilidade das coisas sempre a julgamos do nosso ponto de vista e como as nossas vistas se circunscrevem (são em torno) ao presente, nem sempre vemos o lado mau do que desejamos, Deus, que vê muito melhor do que nós e que só o nosso bem quer, pode recusar o que peçamos, como um pai nega ao filho o que lhe seja prejudicial. Se não nos é concedido o que pedimos, não devemos por isso entregar-nos ao desânimo; devemos pensar, ao contrário, que a privação (falta) do que desejamos nos é imposta como prova, ou como expiação (reparação), e que a nossa recompensa será proporcionada à resignação com que a houvermos suportado. (Cap. XXVII, nº 6; cap. II, nº 5 a nº 7.)

27. Prece. - Deus Onipotente, que vês as nossas misérias, digna-te de escutar, benevolente (com bondade), a súplica que neste momento te dirijo. Se é desarrazoado (sem razão) o meu pedido, perdoa-me; se é justo e conveniente segundo as tuas vistas, que os bons Espíritos, executores das tuas vontades, venham em meu auxílio para que ele seja satisfeito.

Como quer que seja, meu Deus, faça-se a tua vontade. Se os meus desejos não forem atendidos, é que está nos teus desígnios (vontade, objetivos) experimentar-me e eu me submeto sem me queixar.

Faze que por isso nenhum desânimo me assalte (ocorra, assedie) e que nem a minha fé nem a minha resignação sofram qualquer abalo.

(Formular o pedido.)

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 204: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir a força de resistir a uma tentação (itens 20 e 21) - Ação de graças pela vitória alcançada sobre uma tentação (itens 22 e 23)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir a força de resistir a uma tentação (itens 20 e 21) - Ação de graças pela vitória alcançada sobre uma tentação (itens 22 e 23)


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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.

1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 166 - Respostas do alto (Livro “Vinha de luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

"E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra?" – Jesus (Lucas, 11:11).

 

Nos círculos da fé, encontramos diversos corações extenuados (enfraquecidos, cansados) e desiludidos. Referem-se à oração, à maneira de doentes desenganados quanto à eficácia do remédio, alegando que não recebem respostas do Alto.

Entretanto, a meditação mais profunda lhes conferiria mais elevada noção dos Divinos Desígnios (intenções, propósitos, objetivos), entendendo, enfim, que o Senhor jamais oferece pedras ao filho que pede pão.

Nem sempre é possível compreender, de pronto, a resposta Celeste em nosso caminho de luta, no entanto, nunca é demais refletir para perceber com sabedoria.

Em muitas ocasiões, a contrariedade amarga é aviso benéfico e a doença é recurso de salvação.

Não poucas vezes, as flores da compaixão do Cristo visitam a criatura em forma de espinhos e, em muitas circunstâncias da experiência terrestre, as bênçãos da medicina celestial se transformam temporariamente em feridas santificantes.

Em muitas fases da luta, o Senhor decreta a cassação de tempo ao círculo do servidor, para que ele não encha os dias com a repetição de graves delitos e, não raro, dá-lhe fealdade (amarguras, feiura, deformidades) ao corpo físico para que sua alma se ilumine e progrida.

Se a paternidade terrena, imperfeita e deficiente, vela em favor dos filhos, que dizer da Paternidade de Deus, que sustenta o Universo ao preço de inesgotável amor?

O Todo Compassivo (sensível, que tem compaixão) nunca atira pedras às mãos súplices (que suplicam) que lhe rogam auxílio.

Se te demoras, pois, no seio das inibições provisórias, permanece convicto de que todos os impedimentos e dores te foram concedidos por respostas do Alto aos teus pedidos de socorro, amparo e lição, com vistas à vida eterna.

 

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir a força de resistir a uma tentação (itens 20 e 21) - Ação de graças pela vitória alcançada sobre uma tentação (itens 22 e 23)

II - PRECES POR AQUELE MESMO QUE ORA

Para pedir a força de resistir a uma tentação

20. PREFÁCIO. Duas origens pode ter qualquer pensamento mau: a própria imperfeição de nossa alma, ou uma funesta (triste, desgraçada)  influência que sobre ela se exerça. Neste último caso, há sempre indício de uma fraqueza que nos sujeita a receber essa influência; há, por conseguinte, indício (sinal) de uma alma imperfeita. De sorte que aquele que venha a falir (falhar) não poderá invocar por escusa (desculpa) a influência de um Espírito estranho, visto que esse Espírito não o teria arrastado ao mal, se o considerasse inacessível à sedução.

Quando surge em nós um mau pensamento, podemos, pois, imaginar um Espírito maléfico a nos atrair para o mal, mas a cuja atração podemos ceder ou resistir, como se se tratara das solicitações de uma pessoa viva. Devemos, ao mesmo tempo, imaginar que, por seu lado, o nosso anjo guardião, ou Espírito protetor, combate em nós a influência e espera com ansiedade a decisão que tomemos. A nossa hesitação (dúvida) em praticar o mal é a voz do Espírito bom, a se fazer ouvir pela nossa consciência.

Reconhece-se que um pensamento é mau, quando se afasta da caridade, que constitui a base da verdadeira moral, quando tem por princípio o orgulho, a vaidade, ou o egoísmo; quando a sua realização pode causar qualquer prejuízo a outrem; quando, enfim, nos induz a fazer aos outros o que não quereríamos que nos fizessem. (Cap. XXVIII, n° 15; cap. XV, nº 10.)

21. Prece. - Deus Todo-Poderoso, não me deixes sucumbir à tentação que me impele a falir. Espíritos benfazejos (benfeitores), que me protegeis, afastai de mim este mau pensamento e dai-me a força de resistir à sugestão do mal. Se eu sucumbir (não resistir, ceder), merecerei expiar (sofrer as consequências) à minha falta nesta vida e na outra, porque tenho a liberdade de escolher.

Ação de graças pela vitória alcançada sobre uma tentação

22. PREFÁCIO. Aquele que resistiu a uma tentação deve-o à assistência dos bons Espíritos, a cuja voz atendeu. Cumpre-lhe agradecê-lo a Deus e ao seu anjo de guarda.

23. Prece. - Meu Deus, agradeço-te o haveres permitido eu saísse vitorioso da luta que acabo de sustentar contra o mal. Faze que essa vitória me dê a força de resistir a novas tentações.

E a ti, meu anjo guardião, agradeço a assistência com que me valeste. Possa a minha submissão aos teus conselhos granjear-me (atrair, trazer) de novo a tua proteção!

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:


sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 203: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir a corrigenda (correção) de um defeito (itens 18 e 19)

 Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir a corrigenda (correção) de um defeito (itens 18 e 19)


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1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 22 - A retribuição (Livro “Fonte Viva”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

"Pedro disse-lhe: E nós que deixamos tudo e te seguimos que receberemos?" - (Mateus, 19:27)

 A pergunta do apóstolo exprime (explica, esclarece) a atitude de muitos corações nos templos religiosos.

Consagra-se o homem a determinado círculo de fé e clama (exige, reclama), de imediato: - "Que receberei?"

A resposta, porém, se derrama silenciosa, através da própria vida.

Que recebe o grão maduro, após a colheita?

O triturador que o ajuda a purificar-se.

Que prêmio se reserva à farinha alva (branca) e nobre?

O fermento que a transforma para a utilidade geral.

Que privilégio caracteriza o pão, depois do forno?

A graça de servir.

Não se formam cristãos para adornos (enfeites, adereços) vivos do mundo e sim para a ação regeneradora (de aperfeiçoamento, correção, melhora) e santificante da existência.

Outrora (em outros tempos), os servidores da realeza humana recebiam o espólio (herança) dos vencidos e, com eles, se rodeavam de gratificações de natureza física, com as quais abreviavam a própria morte.

Em Cristo, contudo, o quadro é diverso (diferente).

Vencemos, em companhia Dele, para nos fazermos irmãos de quantos nos partilham a experiência, guardando a obrigação de ampará-los e ser-lhes úteis.

Simão Pedro, que desejou saber qual lhe seria a recompensa pela adesão à Boa Nova, viu, de perto, a necessidade da renúncia (abrir mão de certas coisas em favor do próximo). Quanto mais se lhe acendrou (aperfeiçoou) a fé, maiores testemunhos de amor à Humanidade lhe foram requeridos. Quanto mais conhecimento adquiriu, a mais ampla caridade foi constrangido (levado, conduzido), até o sacrifício extremo.

Se deixaste, pois, por devoção a Jesus, os laços que te prendiam às zonas inferiores da vida, recorda que, por felicidade tua, recebeste do Céu a honra de ajudar, a prerrogativa (atribuição, missão, obrigação, encargo) de entender e a glória de servir.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Para pedir a corrigenda (correção) de um defeito (itens 18 e 19)

II - PRECES POR AQUELE MESMO QUE ORA

Para pedir a corrigenda (correção) de um defeito

18. PREFÁCIO. Os nossos maus instintos resultam da imperfeição do nosso próprio Espírito e não da nossa organização física; a não ser assim, o homem se acharia isento de toda espécie de responsabilidade. De nós depende a nossa melhoria, pois todo aquele que se acha no gozo (plenitude) de suas faculdades (pensamentos, decisões) tem, com relação a todas as coisas, a liberdade de fazer ou de não fazer. Para praticar o bem, de nada mais precisa senão do querer. (Cap. XV, nº 10; cap. XIX, nº 12.)

19. Prece. - Deste-me, ó meu Deus, a inteligência necessária a distinguir o que é bem do que é mal. Ora, do momento em que reconheço que uma coisa é mal, torno-me culpado, se não me esforçar por lhe resistir.

Preserva-me do orgulho que me poderia impedir de perceber os meus defeitos e dos maus Espíritos que me possam incitar (estimular, induzir) a perseverar (insistir) neles.

Entre as minhas imperfeições, reconheço que sou particularmente propenso a...(citar a imperfeição); e, se não resisto a esse pendor (inclinação, tendência), é porque contrai o hábito de a ele ceder.

Não me criaste culpado, pois que és justo, mas com igual aptidão para o bem e para o mal; se tomei o mau caminho, foi por efeito do meu livre-arbítrio. Todavia, pela mesma razão que tive a liberdade de fazer o mal tenho a de fazer o bem e, conseguintemente, a de mudar de caminho.

Meus atuais defeitos são restos das imperfeições que conservei das minhas precedentes existências; são o meu pecado original, de que me posso libertar pela ação da minha vontade e com a ajuda dos Espíritos bons.

Bons Espíritos que me protegeis, e sobretudo tu, meu anjo da guarda, dai-me forças para resistir às más sugestões e para sair vitorioso da luta.

Os defeitos são barreiras que nos separam de Deus e cada um que eu suprima (elimine, retire) será um passo dado na senda (caminho) do progresso que dele me há de aproximar.

O Senhor, em sua infinita misericórdia, houve por bem conceder-me a existência atual, para que servisse ao meu adiantamento. Bons Espíritos, ajudai-me a aproveitá-la, para que me não fique perdida e para que, quando ao Senhor aprouver ma retirar, eu dela saia melhor do que entrei. (Cap. V, n° 5; cap. XVII, n° 3.)

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