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1ª parte: Prece de
abertura:
2ª parte: Leitura da página de preparo:
Página de preparo: Cap 26 – Padecer (sofrer) (Livro “Caminho verdade e vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico
Xavier)
"Nada temas das coisas que hás de
padecer (sofrer)." (APOCALIPSE, 2:10)
Uma
das maiores preocupações do Cristo foi alijar (eliminar) os fantasmas do medo das estradas dos discípulos.
A
aquisição da fé não constitui fenômeno comum nas sendas (caminhos) da vida.
Traduz
confiança plena.
Afinal,
que significará “padecer” (sofrer)?
O
sofrimento de muitos homens, na essência, é muito semelhante ao do menino que
perdeu seus brinquedos.
Numerosas
criaturas sentem-se eminentemente sofredoras, por não lhes ser possível a
prática do mal; revoltam-se outras porque Deus não lhes atendeu aos caprichos
perniciosos (prejudiciais).
A
fim de prestar a devida cooperação ao Evangelho, é justo nos incorporemos à
caravana fiel que se pôs a caminho do encontro com Jesus, compreendendo que o
amigo leal é o que não procura contender (provocar briga) e está sempre disposto à execução das boas tarefas.
Participar
do espírito de serviço evangélico é partilhar das decisões do Mestre, cumprindo
os desígnios (planos) divinos do Pai que está nos Céus.
Não
temamos, pois, o que possamos vir a sofrer.
Deus
é o Pai magnânimo (nobre, elevado) e justo. Um pai não distribui padecimentos (sofrimentos). Dá corrigendas (corretivos) e toda corrigenda (correção) aperfeiçoa.
3ª parte: Estudo do Evangelho:
Capítulo 5: Bem aventurados os aflitos - Itens
1 ao 3 (Justiça das aflições)
1. Bem-aventurados os que choram, pois que serão
consolados. - Bem-aventurados os famintos e os sequiosos (com sede) de justiça, pois que serão saciados. -
Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, pois que é deles o
reino dos céus. (S. MATEUS, cap. V, vv. 5, 6 e 10.)
2. Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o
reino dos céus. - Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis
saciados. - Ditosos (felizes) sois, vós que
agora chorais, porque rireis. (S. LUCAS, cap. VI, vv. 20 e 21.)
Mas, ai de vós, ricos que tendes no mundo a vossa
consolação. - Ai de vós que estais saciados, porque tereis fome. - Ai de vós
que agora rides, porque sereis constrangidos a gemer e a chorar. (S. LUCAS,
cap. VI, vv. 24 e 25.)
Justiça das aflições
3. Somente na vida futura podem
efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da Terra. Sem a
certeza do futuro, estas máximas seriam um contra-senso; mais ainda: seriam um
engodo (enganação). Mesmo com essa certeza,
dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. E, dizem,
para se ter maior mérito. Mas, então, pergunta-se: por que sofrem uns mais do
que outros? Por que nascem uns na miséria e outros na opulência (abundância), sem coisa alguma haverem feito que
justifique essas posições? Por que uns nada conseguem, ao passo que a outros
tudo parece sorrir? Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os
males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude; e que os
homens virtuosos sofram, ao lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode
consolar e infundir (inspirar) paciência, mas
não explica essas anomalias (anormalidades), que
parecem desmentir a justiça de Deus. Entretanto, desde que admita a existência
de Deus, ninguém o pode conceber sem o infinito das perfeições. Ele
necessariamente tem todo o poder, toda a justiça, toda a bondade, sem o que não
seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem
com parcialidade. Logo, as vicissitudes (contratempos,
revezes) da vida derivam de uma causa e, pois que Deus é justo, justa há
de ser essa causa. Isso o de que cada um deve bem compenetrar-se. Por
meio dos ensinos de Jesus, Deus pôs os homens na direção dessa causa, e hoje,
julgando-os suficientemente maduros para compreendê-la, lhes revela
completamente a aludida (referida) causa, por
meio do Espiritismo, isto é, pela palavra dos Espíritos.
4ª parte: Prece
pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:
5ª parte: Fluidificação
da água:
6ª parte: Prece de encerramento:
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