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1ª parte: Prece de abertura
2ª parte: Leitura da página de preparo:
Página de preparo: Cap 20 –A marcha (Livro
“Pão Nosso”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)
"Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e
no dia seguinte." Jesus. (Lucas, 13.33.)
Importa
seguir sempre, em busca da edificação (evolução)
espiritual definitiva. Indispensável caminhar, vencendo obstáculos e sombras,
transformando todas as dores e dificuldades em degraus de ascensão (progresso).
Traçando
o seu programa, referia-se Jesus à marcha na direção de Jerusalém, onde o
esperava a derradeira glorificação pelo martírio (sofrimento). Podemos aplicar, porém, o ensinamento as nossas experiências
incessantes no roteiro da Jerusalém de nossos testemunhos redentores.
É
imprescindível, todavia, esclarecer a característica dessa jornada para a
aquisição dos bens eternos.
Acreditam
muitos que caminhar é invadir as situações de evidência no mundo, conquistando
posições de destaque transitório ou trazendo as mais vastas expressões
financeiras ao círculo pessoal.
Entretanto,
não é isso.
Nesse
particular, os chamados "homens de rotina" talvez detenham maiores
probabilidades a seu favor.
A
personalidade dominante, em situações efêmeras (temporárias, de curta
duração), tem a marcha inçada (contaminada) de perigos, de responsabilidades complexas, de ameaças atrozes (cruéis). A sensação de altura aumenta a sensação de queda.
É
preciso caminhar sempre, mas a jornada compete ao Espírito eterno, no terreno
das conquistas interiores.
Muitas
vezes, certas criaturas que se presumem nos mais altos pontos da viagem, para a
Sabedoria Divina se encontram apenas paralisadas na contemplação de
fogos-fátuos (admiração da própria vaidade).
Que
ninguém se engane nas estações de falso repouso.
Importa
trabalhar, conhecer-se, iluminar-se e atender ao Cristo, diariamente. Para
fixarmos semelhante lição em nós, temos nascido na Terra, partilhando-lhe as
lutas, gastando-lhe os corpos e nela tornaremos a renascer.
3ª parte: Estudo do Evangelho:
Capítulo 4: Ninguém poderá ver o reino de
Deus se não nascer de novo - Itens 24 e 25 (Instruções dos Espíritos: Limites
da encarnação – Necessidade da encarnação.)
INSTRUÇÕES DOS
ESPÍRITOS
Limites da encarnação
24. Quais os limites da encarnação?
A bem dizer, a encarnação carece
(precisa) de limites precisamente traçados, se
tivermos em vista apenas o envoltório que constitui o corpo do Espírito, dado
que a materialidade desse envoltório diminui à proporção que o Espírito se
purifica. Em certos mundos mais adiantados do que a Terra, já ele é menos
compacto, menos pesado e menos grosseiro e, por conseguinte, menos sujeito a
vicissitudes (contratempos, mudanças). Em grau
mais elevado, é diáfano (transparente, límpido)
e quase fluídico. Vai desmaterializando-se de grau em grau e acaba por se confundir
com o perispírito (corpo espiritual). Conforme o
mundo em que é levado a viver, o Espírito reveste o invólucro (envoltório, corpo físico) apropriado à natureza desse
mundo.
O próprio perispírito (corpo espiritual) passa por transformações
sucessivas. Torna-se cada vez mais etéreo (puro),
até à depuração (purificação) completa, que é a
condição dos puros Espíritos. Se mundos especiais são destinados a Espíritos de
grande adiantamento, estes últimos não lhes ficam presos, como nos mundos
inferiores. O estado de desprendimento em que se encontram lhes permite ir a
toda parte onde os chamem as missões que lhes estejam confiadas.
Se se considerar do ponto de
vista material a encarnação, tal como se verifica na Terra, poder-se-á dizer
que ela se limita aos mundos inferiores. Depende, portanto, do Espírito
libertar-se dela mais ou menos rapidamente, trabalhando pela sua purificação.
Deve também considerar-se que no
estado de desencarnado, isto é, no intervalo das existências corporais, a
situação do Espírito guarda relação com a natureza do mundo a que o liga o grau
do seu adiantamento. Assim, na erraticidade (período
entre 2 encarnações, com a pessoa estando desencarnada), é ele mais ou
menos ditoso (feliz), livre e esclarecido,
conforme está mais ou menos desmaterializado. S. Luís. (Paris, 1859.)
Necessidade
da encarnação
25. É um castigo a encarnação e
somente os Espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la?
A
passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam
cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios (objetivos)
cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a
atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da
inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente
por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de
partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a mesma liberdade de
proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a
encarnação para todos os Espíritos, é apenas um estado transitório. E uma
tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do
uso que farão do livre-arbítrio. Os que desempenham com zelo essa tarefa,
transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e
mais cedo gozam do fruto de seus labores (trabalhos).
Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a
sua marcha e, tal seja a obstinação (perseverança,
persistência) que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a
necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo. - S. Luís. (Paris,
1859.)
4ª parte: Prece
pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:
5ª parte: Fluidificação
da água:
6ª parte: Prece de encerramento:
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