sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Evangelho no lar Nº 18: Cap 4 - Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo - Itens 5 ao 7: Ressurreição e Reencarnação

Auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Capítulo 4 do Evangelho segundo o espiritismo - Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo - Itens 5 ao 7: Ressurreição e Reencarnação


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1ª parte: Prece de abertura

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 110 - Vidas sucessivas (Livro "Caminho, verdade e vida" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“Não te maravilhes de te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.” — Jesus. (JOÃO, capítulo 3, versículo 7.)

A palavra de Jesus a Nicodemos foi suficientemente clara. Desviá-la para interpretações descabidas (sem sentido) pode ser compreensível no sacerdócio organizado, atento às injunções da luta humana, mas nunca nos espíritos amantes da verdade legítima.

Quem foi Nicodemos?

Nicodemos era:

Fariseu – membro de um grupo religioso rigoroso na observância da Lei de Moisés.

“Príncipe dos judeus” (Jo 3:1) – expressão que indica que ele fazia parte do Sinédrio, o supremo conselho religioso e político judaico.

Mestre em Israel – um doutor da Lei, alguém altamente respeitado por seu conhecimento das Escrituras.

O encontro com Jesus:

Nicodemos procurou Jesus à noite (João 3), provavelmente por prudência ou receio de críticas. Ele reconhece que Jesus vinha da parte de Deus, mas demonstra dificuldade em compreender o ensinamento espiritual mais profundo, especialmente quando Jesus fala sobre “nascer de novo”, ou nascer do Espírito.

É nesse contexto que Jesus lhe diz:

“Não te maravilhes de te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.” (Jo 3:7)

A reencarnação é lei universal. Sem ela, a existência terrena representaria turbilhão ("furacão") de desordem e injustiça; à luz de seus esclarecimentos, entendemos todos os fenômenos dolorosos do caminho.

O homem ainda não percebeu toda a extensão da misericórdia (bondade e perdão) divina (de Deus), nos processos de resgate e reajustamento. Entre os homens, o criminoso é enviado a penas cruéis, seja pela condenação à morte ou aos sofrimentos prolongados.

A Providência (Deus), todavia, corrige, amando... Não encaminha os réus a prisões infectas e úmidas. Determina somente que os comparsas de dramas nefastos (nocivos, prejudiciais) troquem a vestimenta carnal e voltem ao palco da atividade humana, de modo a se redimirem, uns à frente dos outros.

Para a Sabedoria Magnânima nem sempre o que errou é um celerado (criminoso), como nem sempre a vítima é pura e sincera. Deus não vê apenas a maldade que surge à superfície do escândalo; conhece o mecanismo sombrio de todas as circunstâncias que provocaram um crime.

O algoz (carrasco) integral como a vítima integral são desconhecidos do homem; o Pai, contudo, identifica as necessidades de seus filhos e reúne-os, periodicamente, pelos laços de sangue ou na rede dos compromissos edificantes (construtivos), a fim de que aprendam a lei do amor, entre as dificuldades e as dores do destino, com a bênção de temporário esquecimento.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 4: Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo - Itens 5 ao 7: Ressurreição e Reencarnação

Itens 5 ao 7: Ressurreição e Reencarnação

5. Ora, entre os fariseus, havia um homem chamado Nicodememos, senador dos judeus - que veio à noite ter com Jesus e lhe disse: "Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus para nos instruir como um doutor, porquanto ninguém poderia fazer os milagres que fazes, se Deus não estivesse com ele."

Jesus lhe respondeu: "Em verdade, em verdade, digo-te: Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo."

Disse-lhe Nicodemos: "Como pode nascer um homem já velho? Pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, para nascer segunda vez?"

Retorquiu-lhe Jesus: "Em verdade, em verdade, digo-te: Se um homem não renasce da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. - O que é nascido da carne é carne e o que é nascido do Espírito é Espírito. - Não te admires de que eu te haja dito ser preciso que nasças de novo. - O Espírito sopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem ele, nem para onde vai; o mesmo se dá com todo homem que é nascido do Espírito."

Respondeu-lhe Nicodemos: "Como pode isso fazer-se?" - Jesus lhe observou: "Pois quê és mestre em Israel e ignoras estas coisas? Digo-te em verdade, em verdade, que não dizemos senão o que sabemos e que não damos testemunho, senão do que temos visto. Entretanto, não aceitas o nosso testemunho. - Mas, se não me credes, quando vos falo das coisas da Terra, como me crereis, quando vos fale das coisas do céu?" (S. JOÃO, cap. III, vv. 1 a 12.)

6. A idéia de que João Batista era Elias e de que os profetas podiam reviver na Terra se nos depara em muitas passagens dos Evangelhos, notadamente nas acima reproduzidas (nº 1, nº 2, nº 3). Se fosse errônea (equivocada, enganosa) essa crença, Jesus não houvera deixado de a combater, como combateu tantas outras. Longe disso, ele a sanciona (aprova, confirma) com toda a sua autoridade e a põe por princípio e como condição necessária, quando diz: "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo." E insiste, acrescentando: Não te admires de que eu te haja dito ser preciso nasças de novo.

7. Estas palavras: Se um homem não renasce da água e do Espírito foram interpretadas no sentido da regeneração pela água do batismo. O texto primitivo, porém, rezava simplesmente: não renasce da água e do Espírito, ao passo que nalgumas traduções as palavras - do Espírito - foram substituídas pelas seguintes: do Santo Espírito, o que já não corresponde ao mesmo pensamento. Esse ponto capital ressalta dos primeiros comentários a que os Evangelhos deram lugar, como se comprovará um dia, sem equívoco possível. (1)

(1) A tradução de Osterwald está conforme o texto primitivo. Diz: "Não renasce da água e do Espírito"; a de Sacy diz: do Santo Espírito; a de Lamennais: do Espírito Santo.

À nota de Allan Kardec, podemos hoje acrescentar que as modernas traduções já restituíram o texto primitivo, pois que só imprimem "Espírito" e não Espírito Santo. Examinamos a tradução brasileira, a inglesa, a em esperanto, a de Ferreira de Almeida, e todas elas está somente "Espírito".

Além dessas modernas, encontramos a confirmação numa latina de Theodoro de Beza, de 1642, que diz:

"...genitus ex aqua et Spiritu..." "...et quod genitum est ex Spiritu, spiritus est."

É fora de dúvida que a palavra "Santo" foi interpolada, como diz Kardec. - A Editora da FEB, 1947.

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Evangelho no lar Nº 17: Cap 4 - Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo - Itens 1 ao 4 (Ressurreição e Reencarnação)

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1ª parte: Prece de abertura

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 176 - Na revelação da vida (Livro "Pão Nosso" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. – (Atos, 4:33.)

Os companheiros diretos do Mestre Divino não estabeleceram os serviços da comunidade cristã sobre princípios cristalizados, inamovíveis (que não pode ser movido de um lugar para outro). Cultuaram a ordem, a hierarquia e a disciplina, mas amparavam também o espírito do povo, distribuindo os bens da revelação espiritual, segundo a capacidade receptiva de cada um dos candidatos à nova fé.

Negar, presentemente, a legitimidade do esforço espiritista, em nome da fé cristã, é testemunho de ignorância ou leviandade (julgamento precipitado, sem refletir, inconsiderado).

Os discípulos do Senhor conheciam a importância da certeza na sobrevivência para o triunfo na vida moral. Eles mesmos se viram radicalmente transformados, após a ressurreição do Amigo Celeste, ao reconhecerem que o amor e a justiça regem o ser além do túmulo. Por isso mesmo, atraíam companheiros novos, transmitindo-lhes a convicção (certeza) de que o Mestre prosseguia vivo e operoso, para lá do sepulcro (túmulo).

Em razão disso, o ministério apostólico não se dividia tão somente na discussão dos problemas intelectuais da crença e nos louvores adorativos (de adorações). Os continuadores do Cristo forneciam, “com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus” e, em face do amor com que se devotavam (dedicavam) à obra salvacionista, neles havia “abundante graça”.

O Espiritismo evangélico vem movimentar o serviço divino que envolve em si, não somente a crença consoladora, mas também o conhecimento indiscutível da imortalidade.

As escolas dogmáticas (de dogmas, se conceitos que são considerados inquestionáveis) prosseguirão alinhando artigos de fé inoperante, congelando as idéias em absurdos afirmativos, mas o Espiritismo cristão vem restaurar, em suas atividades redentoras, o ensinamento da ressurreição individual, consagrado pelo Mestre Divino, que voltou, Ele mesmo, das sombras da morte, para exaltar a continuidade da vida.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 4: Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo - Itens 1 ao 4: Ressurreição e Reencarnação

Itens 1 ao 4: Ressurreição e Reencarnação

1. Jesus, tendo vindo às cercanias de Cezaréia de Filipe, interrogou assim seus discípulos: "Que dizem os homens, com relação ao Filho do Homem? Quem dizem que eu sou?" - Eles lhe responderam: "Dizem uns que és João Batista; outros, que Elias; outros, que Jeremias, ou algum dos profetas." - Perguntou-lhes Jesus: "E vós, quem dizeis que eu sou?" - Simão Pedro, tomando a palavra, respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." - Replicou-lhe Jesus: "Bem-aventurado és, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai, que está nos céus." (S. Mateus, cap. XVI, vv. 13 a 17; S. Marcos, cap. VIII, vv. 27 a 30.)

2. Nesse ínterim (período, intervalo), Herodes, o Tetrarca (Na época do Império Romano, em especial, no período de Jesus: governador de um quarto de território), ouvira falar de tudo o que fazia Jesus e seu espírito se achava em suspenso - porque uns diziam que João Batista ressuscitara dentre os mortos; outros que aparecera Elias; e outros que uns dos antigos profetas ressuscitara. - Disse então Herodes: "Mandei cortar a cabeça a João Batista; quem é então esse de quem ouço dizer tão grandes coisas?" E ardia por vê-lo. (S. Marcos, cap. VI, vv. 14 a 16; S. Lucas, cap. IX, vv. 7 a 9.)

3. (Após a transfiguração.) Seus discípulos então o interrogam desta forma: "Por que dizem os escribas ser preciso que antes volte Elias?" - Jesus lhes respondeu: "É verdade que Elias há de vir e restabelecer todas as coisas: - mas, eu vos declaro que Elias já veio e eles não o conheceram e o trataram como lhes aprouve (agradou). É assim que farão sofrer o Filho do Homem." - Então, seus discípulos compreenderam que fora de João Batista que ele falara. (S. Mateus, cap. XVII, vv. 10 a 13; - S. Marcos, cap. IX, vv. 11 a 13.)

* Escribas: Nome dado, a princípio, aos secretários dos reis de Judá e a certos intendentes dos exércitos judeus. Mais tarde, foi aplicado especialmente aos doutores que ensinavam a lei de Moisés e a interpretavam para o povo. Faziam causa comum com os fariseus, de cujos princípios partilhavam, bem como da antipatia que aqueles votavam aos inovadores. Daí o envolvê-los Jesus na reprovação que lançava aos fariseus.

* Saduceus: Seita judia, que se formou por volta do ano 248 antes de Jesus-Cristo e cujo nome lhe veio do de Sadoc, seu fundador. Não criam na imortalidade, nem na ressurreição, nem nos anjos bons e maus. Entretanto, criam em Deus; nada, porém, esperando após a morte, só o serviam tendo em vista recompensas temporais, ao que, segundo eles, se limitava a providência divina. Assim pensando, tinham a satisfação dos sentidos tísicos por objetivo essencial da vida. Quanto às Escrituras, atinham-se ao texto da lei antiga. Não admitiam a tradição, nem interpretações quaisquer. Colocavam as boas obras e a observância pura e simples da Lei acima das práticas exteriores do culto. Eram, como se vê, os materialistas, os deístas e os sensualistas da época. Seita pouco numerosa, mas que contava em seu seio importantes personagens e se tornou um partido político oposto constantemente aos fariseus.

Ressurreição e reencarnação

* Ressurreição: Voltar à vida no mesmo corpo.

* Reencarnação: Voltar à vida num corpo diferente.

4. A reencarnação fazia parte dos dogmas (ponto fundamental de doutrina religiosa ou filosófica, apresentado como certo e indiscutível) dos judeus, sob o nome de ressurreição. Só os saduceus, cuja crença era a de que tudo acaba com a morte, não acreditavam nisso. As idéias dos judeus sobre esse ponto, como sobre muitos outros, não eram claramente definidas, porque apenas tinham vagas e incompletas noções acerca da alma e da sua ligação com o corpo. Criam (acreditavam) eles que um homem que vivera podia reviver, sem saberem precisamente de que maneira o fato poderia dar-se. Designavam pelo termo (palavra) ressurreição o que o Espiritismo, mais judiciosamente (sensatamente, de forma ponderada), chama reencarnação. Com efeito, a ressurreição dá idéia de voltar à vida o corpo que já está morto, o que a Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já se acham desde muito tempo dispersos e absorvidos. A reencarnação é a volta da alma ou Espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o antigo. A palavra ressurreição podia assim aplicar-se a Lázaro, mas não a Elias, nem aos outros profetas. Se, portanto, segundo a crença deles, João Batista era Elias, o corpo de João não podia ser o de Elias, pois que João fora visto criança e seus pais eram conhecidos. João, pois, podia ser Elias reencarnado, porém, não ressuscitado.

* Lázaro morreu e Jesus o trouxe de volta.

*Elias reencarnou como João Batista

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:


sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Evangelho no lar Nº 16: Cap 3 - Há muitas moradas na casa de meu Pai - item 19 (Instruções dos Espíritos - Progressão dos mundos)

Auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Capítulo 3 do Evangelho segundo o espiritismo - Há muitas moradas na casa de meu Pai - Item 19 (Instruções dos espíritos - Progressão dos mundos)




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1ª parte: Prece de abertura

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 62 - Devagar, mas sempre (Livro "Fonte Viva" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“Mas ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova, de dia em dia.” – Paulo. (2ª Epístola aos Coríntios, 4:16.)

Observa o espírito de sequência e gradação (transição, evolução) que prevalece nos mínimos (menores) setores da Natureza.

Nada se realiza aos saltos e, na pauta da Lei Divina, não existe privilégio em parte alguma.

Enche-se a espiga de grão em grão.

Desenvolve-se a árvore, milímetro a milímetro.

Nasce a floresta de sementes insignificantes.

Levanta-se a construção, peça por peça.

Começa o tecido nos fios.

As mais famosas páginas foram produzidas, letra a letra.

A cidade mais rica é edificada (construída), palmo a palmo. As maiores fortunas de ouro e pedras foram extraídas do solo, fragmento (pedaço) a fragmento (pedaço).

A estrada mais longa é pavimentada (construída), metro a metro.

O grande rio que se despeja no mar é conjunto de filetes líquidos.

Não abandones o teu grande sonho de conhecer e fazer, nos domínios superiores da inteligência e do sentimento, mas não te esqueças do trabalho pequenino, dia a dia.

A vida é processo renovador, em toda parte, e, segundo a palavra sublime de Paulo, ainda que a carne se corrompa, a individualidade imperecível (eterna) se reforma, incessantemente (sem parar).

Para que não nos modifiquemos, todavia, em sentido oposto à expectativa do Alto (Deus), é indispensável saibamos perseverar com o esforço de auto-aperfeiçoamento, em vigilância constante, na atividade que nos ajude e enobreça.

Se algum ideal divino te habita o espírito, não olvides (esqueças) o servicinho diário, para que se concretize em momento oportuno.

Há ensejo (oportunidade) favorável à realização?

Age com regularidade, de alma voltada para a meta.

Há percalços (transtornos) e lutas, espinhos e pedrouços (montes de pedras) na senda (caminho)?

Prossegue mesmo assim.

O tempo, implacável dominador de civilizações e homens, marcha apenas com sessenta minutos por hora, mas nunca se detém.

Guardemos a lição e caminhemos para diante, com a melhoria de nós mesmos.

Devagar, mas sempre.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 3: Há muitas moradas na casa de meu Pai. - Item 19: Instruções dos Espíritos - Progressão dos Mundos

INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

Progressão dos Mundos

19. O progresso é lei da Natureza. A essa lei todos os seres da Criação, animados e inanimados, foram submetidos pela bondade de Deus, que quer que tudo se engrandeça e prospere. A própria destruição, que aos homens parece o termo final de todas as coisas, é apenas um meio de se chegar, pela transformação, a um estado mais perfeito, visto que tudo morre para renascer e nada sofre o aniquilamento (destruição).

Ao mesmo tempo que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados e constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda (caminho) do progresso. Marcham assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos animais, seus auxiliares, o dos vegetais e o da habitação, porquanto nada em a Natureza permanece estacionário. Quão grandiosa é essa idéia e digna da majestade do Criador! Quanto, ao contrário, é mesquinha e indigna do seu poder a que concentra a sua solicitude e a sua providência no imperceptível grão de areia, que é a Terra, e restringe a Humanidade aos poucos homens que a habitam!

Segundo aquela lei, este mundo esteve material e moralmente num estado inferior ao em que hoje se acha e se alçará sob esse duplo aspecto a um grau mais elevado. Ele há chegado a um dos seus períodos de transformação, em que, de orbe (mundo) expiatório (de sofrimento), mudar-se-á em planeta de regeneração, onde os homens serão ditosos (felizes), porque nele imperará a lei de Deus. - Santo Agostinho. (Paris, 1862.)

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Evangelho no lar Nº 15: Cap 3 - Há muitas moradas na casa de meu Pai - itens 16 ao 18 (Instruções dos Espíritos. - Mundos Regeneradores)

Auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Capítulo 3 do Evangelho segundo o espiritismo - Há muitas moradas na casa de meu Pai - Itens 16 ao 18 (Instruções dos Espíritos - Mundos Regeneradores)


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1ª parte: Prece de abertura

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 15 - Conversão (Livro "Caminho, verdade e vida" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“E tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.” Jesus. (LUCAS, 22, 32.)

Não é tão fácil a conversão do homem, quanto afirmam os portadores de convicções apressadas.

Muitos dizem “eu creio”, mas poucos podem declarar “estou transformado”.

As palavras do Mestre a Simão Pedro são muito simbólicas. Jesus proferiu-as (disse, explanou), na véspera do Calvário (crucificação de Jesus), na hora grave da última reunião com os discípulos.

Recomendava ao pescador de Cafarnaum confirmasse os irmãos na fé, quando se convertesse.

Cafarnaum: Cidade bíblica que ficava na margem norte do Mar da Galileia, próxima de Betsaida (terra natal de Simão Pedro) e Corozaim, onde Jesus realizou vários milagres (Mateus 8:5-17; Marcos 1:21-28; Marcos 2:1-13; João 4:46-54; etc.) e aí ensinou frequentemente (cf. João 6:24-71; Marcos 9:33-50)

Acresce notar que Pedro sempre foi o seu mais ativo companheiro de apostolado. O Mestre preferia sempre a sua casa singela para exercer o divino ministério do amor. Durante três anos sucessivos, Simão presenciou acontecimentos assombrosos. Viu leprosos (atualmente chamada de hanseníase: aqueles que tinham lepra, uma doença de pele que afetava os nervos e provocava danos severos) limpos, cegos que voltavam a ver, loucos que recuperavam a razão; deslumbrara-se com a visão do Messias transfigurado (alterado, transformado) no labor (trabalho), assistira à saída de Lázaro da escuridão do sepulcro, e, no entanto, ainda não estava convertido.

Seriam necessários os trabalhos imensos de Jerusalém, os sacrifícios pessoais, as lutas enormes consigo mesmo, para que pudesse converter-se ao Evangelho e dar testemunho do Cristo aos seus irmãos.

Não será por se maravilhar tua alma, ante as revelações espirituais, que estarás convertido e transformado para Jesus. Simão Pedro presenciou essas revelações com o próprio Messias e custou muito a obter esses títulos.

Trabalhemos, portanto, por nos convertermos. Somente nessas condições, estaremos habilitados para o testemunho.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 3: Há muitas moradas na casa de meu Pai. - Itens 16 ao 18: Instruções dos Espíritos - Mundos Regeneradores

INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

Mundos Regeneradores

16. Entre as estrelas que cintilam (brilham) na abóbada azul do firmamento (céu azul), quantos mundos não haverá como o vosso, destinados pelo Senhor à expiação (dor e sofrimento) e à provação! Mas, também os há mais miseráveis e melhores, como os há de transição, que se podem denominar de regeneradores. Cada turbilhão planetário (multidão, imensidão de planetas), a deslocar-se no espaço em torno de um centro comum, arrasta consigo seus mundos primitivos, de exílio, de provas, de regeneração e de felicidade. Já se vos há falado de mundos onde a alma recém-nascida é colocada, quando ainda ignorante do bem e do mal, mas com a possibilidade de caminhar para Deus, senhora de si mesma, na posse do livre-arbítrio. Já também se vos revelou de que amplas faculdades é dotada a alma para praticar o bem. Mas há as que sucumbem, e Deus, que não as quer aniquiladas, lhes permite irem para esses mundos onde, de encarnação em encarnação, elas se depuram (melhoram), regeneram e voltam dignas da glória que lhes fora destinada.

17. Os mundos regeneradores servem de transição entre os mundos de expiação (sofrimentos) e os mundos felizes. A alma penitente (arrependida) encontra neles a calma e o repouso e acaba por depurar-se (melhorar-se). Sem dúvida, em tais mundos o homem ainda se acha sujeito às leis que regem a matéria; a Humanidade experimenta as vossas sensações e desejos, mas liberta das paixões desordenadas de que sois escravos, isenta do orgulho que impõe silêncio ao coração, da inveja que a tortura, do ódio que a sufoca. Em todas as frontes, vê-se escrita a palavra amor; perfeita equidade (igualdade) preside às relações sociais, todos reconhecem Deus e tentam caminhar para Ele, cumprindo-lhe as leis.

Nesses mundos, todavia, ainda não existe a felicidade perfeita, mas a aurora (amanhecer, surgimento) da felicidade. O homem lá é ainda de carne e, por isso, sujeito às vicissitudes (contratempos, dificuldades) de que libertos só se acham os seres completamente desmaterializados. Ainda tem de suportar provas, porém, sem as pungentes (dolorosas) angústias da expiação (sofrimento). Comparados à Terra, esses mundos são bastante ditosos (felizes) e muitos dentre vós se alegrariam de habitá-los, pois que eles representam a calma após a tempestade, a convalescença (recuperação) após a moléstia cruel. Contudo, menos absorvido pelas coisas materiais, o homem divisa, melhor do que vós, o futuro; compreende a existência de outros gozos prometidos pelo Senhor aos que deles se mostrem dignos, quando a morte lhes houver de novo ceifado (retirado a vida) os corpos, a fim de lhes outorgar (revelar) a verdadeira vida. Então, liberta, a alma pairará acima de todos os horizontes. Não mais sentidos materiais e grosseiros; somente os sentidos de um perispírito (corpo espiritual) puro e celeste, a aspirar as emanações do próprio Deus, nos aromas de amor e de caridade que do seu seio emanam.

18. Mas, ah! Nesses mundos, ainda falível é o homem e o Espírito do mal não há perdido completamente o seu império. Não avançar é recuar, e, se o homem não se houver firmado bastante na senda (caminho) do bem, pode recair nos mundos de expiação (dores e sofrimentos), onde, então, novas e mais terríveis provas o aguardam.

Contemplai, pois, à noite, à hora do repouso e da prece, a abóbada azulada (céu azul da noite) e, das inúmeras esferas que brilham sobre as vossas cabeças, indagai de vós mesmos quais as que conduzem a Deus e pedi-lhe que uni mundo regenerador vos abra seu seio, após a expiação na Terra. - Santo Agostinho. (Paris, 1862.)

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Evangelho no lar Nº 14: Cap 3 - Há muitas moradas na casa de meu Pai - itens 13 ao 15 (Instruções dos Espíritos. - Mundos de expiações e de provas)

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1ª parte: Prece de abertura

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 72 - Transitoriedade (Livro "Caminho, verdade e vida" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“Eles perecerão (terão fim), mas tu permanecerás; e todos eles, como roupa, envelhecerão.” - Paulo (Hebreus, 1:11)

Fala-nos o Eclesiastes (Livro do Antigo Testamento da Bíblia. Tem 12 capítulos e muito se fala sobre os malefícios das vaidades e ambições) das vaidades e da aflição dos homens, no torvelinho (agitação, redemoinho) das ambições desvairadas da Terra.

Desde os primeiros tempos da família humana, existem criaturas confundidas nos falsos valores do mundo. Entretanto, bastaria meditar alguns minutos na transitoriedade (aquilo que é transitório, passageiro) de tudo o que palpita (bate, pulsa) no campo das formas para compreender-se a soberania (superioridade) do espírito.

Consultai a pompa (luxo, ostentação) dos museus e a ruína das civilizações mortas. Com que fim se levantaram tantos monumentos e arcos de triunfo? Tudo funcionou como roupagem do pensamento. A idéia evoluiu, enriqueceu-se o espírito e os envoltórios antigos permanecem a distância.

 As mãos calejadas (que tem experiência, que tem prática) na edificação (construção) das colunas brilhantes aprenderam com o trabalho os luminosos segredos da vida. Todavia, quantas amarguras experimentaram os loucos que disputaram, até à morte para possuí-las?

Valei-vos de todas as ocasiões de serviço, como sagradas oportunidades na marcha divina para Deus.

Valiosa é a escassez (pobreza, carência de recursos), porque traz a disciplina. Preciosa é a abundância, porque multiplica as formas do bem. Uma e outra, contudo, perecerão (terão fim) algum dia. Na esfera carnal, a glória e a miséria constituem molduras de temporária apresentação. Ambas passam. Somente Jesus e a Lei Divina perseveram para nós outros, como portas de vida e redenção (ato ou efeito de se redimir, salvação).

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 3: Há muitas moradas na casa de meu Pai. - Itens 13 ao 15: Instruções dos Espíritos - Mundos de expiações (sofrimentos) e provas

INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

Mundos de expiações e de provas

13. Que vos direi dos mundos de expiações (sofrimentos) que já não saibais, pois basta observeis o em que habitais? A superioridade da inteligência, em grande número dos seus habitantes, indica que a Terra não é um mundo primitivo, destinado à encarnação dos Espíritos que acabaram de sair das mãos do Criador. As qualidades inatas (que já nasce com a pessoa, congênita) que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso. Mas, também, os numerosos vícios a que se mostram propensos (com tendência) constituem o índice de grande imperfeição moral. Por isso os colocou Deus num mundo ingrato, para expiarem (sofrerem) aí suas faltas, mediante penoso trabalho e misérias da vida, até que hajam (tenham) merecido ascender (subir, evoluir, elevar) a um planeta mais ditoso (feliz).

14. Entretanto, nem todos os Espíritos que encarnam na Terra vão para aí em expiação (sofrimento). As raças a que chamais selvagens são formadas de Espíritos que apenas saíram da infância e que na Terra se acham, por assim dizer, em curso de educação, para se desenvolverem pelo contato com Espíritos mais adiantados. Vêm depois as raças semicivilizadas, constituídas desses mesmos os Espíritos em via de progresso. São elas, de certo modo, raças indígenas da Terra, que aí se elevaram pouco a pouco em longos períodos seculares, algumas das quais hão podido chegar ao aperfeiçoamento intelectual dos povos mais esclarecidos.

Os Espíritos em expiação, se nos podemos exprimir (dizer) dessa forma, são exóticos (diferentes, de forma variável), na Terra; já tiveram noutros mundos, donde foram excluídos em consequência da sua obstinação (insistência) no mal e por se haverem constituído, em tais mundos, causa de perturbação para os bons. Tiveram de ser degradados (mandado embora, expulso), por algum tempo, para o meio de Espíritos mais atrasados, com a missão de fazer que estes últimos avançassem, pois que levam consigo inteligências desenvolvidas e o gérmen (semente) dos conhecimentos que adquiriram. Daí vem que os Espíritos em punição se encontram no seio das raças mais inteligentes. Por isso mesmo, para essas raças é que de mais amargor se revestem os infortúnios (infelicidades, desgraças) da vida. E que há nelas mais sensibilidade, sendo, portanto, mais provadas pelas contrariedades e desgostos do que as raças primitivas, cujo senso moral se acha mais embotado (insensível).

15. A Terra, conseguintemente, oferece um dos tipos de mundos expiatórios, cuja variedade é infinita, mas revelando todos, como caráter comum, o servirem de lugar de exílio para Espíritos rebeldes à lei de Deus. Esses Espíritos tem aí de lutar, ao mesmo tempo, com a perversidade dos homens e com a inclemência (dureza, rigor) da Natureza, duplo e árduo trabalho que simultaneamente desenvolve as qualidades do coração e as da inteligência. É assim que Deus, em sua bondade, faz que o próprio castigo redunde em proveito do progresso do Espírito. - Santo Agostinho. Paris, 1862.)

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:


sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Evangelho no lar Nº 13: Cap 3 - Há muitas moradas na casa de meu Pai - itens 10 ao 12 (Instruções dos Espíritos. - Mundos inferiores e mundos superiores)

Auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Capítulo 3 do Evangelho segundo o espiritismo - Há muitas moradas na casa de meu Pai - Itens 10 ao 12 (Instruções dos Espíritos. - Mundos inferiores e mundos superiores)



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1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 11 - Conforto (Livro "Caminho, verdade e vida" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“Se alguém me serve, siga-me.” Jesus (JOÃO, 12: 26)

Frequentemente, as organizações religiosas e mormente (acima de tudo, principalmente) as espiritistas, na atualidade, estão repletas de pessoas ansiosas por um conforto.

De fato, a elevada Doutrina dos Espíritos é a divina expressão do Consolador Prometido. Em suas atividades resplendem caminhos novos para o pensamento humano, cheios de profundas consolações para os dias mais duros.

No entanto, é imprescindível ponderar (levar em consideração) que não será justo querer alguém confortar-se, sem se dar ao trabalho necessário...

Muitos pedem amparo aos mensageiros do plano invisível; mas como recebê-lo, se chegaram ao cúmulo de abandonar-se ao sabor da ventania impetuosa (violenta) que sopra, de rijo (forte), nos resvaladouros (que resvala, que escorrega com facilidade) dos caminhos?

Conforto espiritual não é como o pão do mundo, que passa, mecanicamente, de mão em mão, para saciar (satisfazer) a fome do corpo, mas, sim, como o Sol, que é o mesmo para todos, penetrando, porém, somente nos lugares onde não se haja feito um reduto fechado para as sombras.

Os discípulos de Jesus podem referir-se às suas necessidades de conforto.

Isso é natural. Todavia, antes disso, necessitam saber se estão servindo ao Mestre e seguindo-o.

O Cristo nunca faltou às suas promessas. Seu reino divino se ergue sobre consolações imortais; mas, para atingi-lo, faz-se necessário seguir-lhe os passos e ninguém ignora qual foi o caminho de Jesus, nas pedras deste mundo.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 3: Há muitas moradas na casa de meu Pai. - Itens 10, 11 e 12: Instruções dos Espíritos - Mundos inferiores e mundos superiores

INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

Mundos Inferiores e mundos superiores

10. Nesses mundos venturosos (felizes), as relações, sempre amistosas (amigáveis) entre os povos, jamais são perturbadas pela ambição, da parte de qualquer deles, de escravizar o seu vizinho, nem pela guerra que daí decorre. Não há senhores, nem escravos, nem privilegiados pelo nascimento; só a superioridade moral e intelectual estabelece diferença entre as condições e dá a supremacia. A autoridade merece o respeito de todos, porque somente ao mérito é conferida e se exerce sempre com justiça. O homem não procura elevar-se acima do homem, mas acima de si mesmo, aperfeiçoando-se. Seu objetivo é galgar (caminhar) a categoria dos Espíritos puros, não lhe constituindo um tormento esse desejo, porém, uma ambição nobre, que o induz a estudar com ardor (intensidade, força, paixão) para os igualar. Lá, todos os sentimentos delicados e elevados da natureza humana se acham engrandecidos e purificados; desconhecem-se os ódios, os mesquinhos ciúmes, as baixas cobiças da inveja; uni laço de amor e fraternidade prende uns aos outros todos os homens, ajudando os mais fortes aos mais fracos. Possuem bens, em maior ou menor quantidade, conforme os tenham adquirido, mais ou menos por meio da inteligência; ninguém, todavia, sofre, por lhe faltar o necessário, uma vez que ninguém se acha em expiação (dores, sofrimentos). Numa palavra: o mal, nesses mundos, não existe.

11. No vosso, precisais do mal para sentirdes o bem; da noite, para admirardes a luz; da doença, para apreciardes a saúde. Naqueles outros não há necessidade desses contrastes. A eterna luz, a eterna beleza e a eterna serenidade da alma proporcionam uma alegria eterna, livre de ser perturbada pelas angústias da vida material, ou pelo contato dos maus, que lá não têm acesso. Isso o que o espírito humano maior dificuldade encontra para compreender. Ele foi bastante engenhoso para pintar os tormentos do inferno, mas nunca pôde imaginar as alegrias do céu. Por quê? Porque, sendo inferior, só há experimentado dores e misérias, jamais entreviu as claridades celestes; não pode, pois, falar do que não conhece. A medida, porém, que se eleva e depura (melhora), o horizonte se lhe dilata (aumenta) e ele compreende o bem que está diante de si, como compreendeu o mal que lhe está atrás.

12. Entretanto, os mundos felizes não são orbes (mundos) privilegiados, visto que Deus não é parcial para qualquer de seus filhos; a todos dá os mesmos direitos e as mesmas facilidades para chegarem a tais mundos. Fá-los (faz) partir todos do mesmo ponto e a nenhum dota (é) melhor do que aos outros; a todos são acessíveis as mais altas categorias: apenas lhes cumpre a eles conquistá-las pelo seu trabalho, alcançá-las mais depressa, ou permanecer inativos por séculos de séculos no lodaçal (local cheio de lodo) da Humanidade. (Resumo do ensino de todos os Espíritos superiores.)

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento: