sexta-feira, 19 de abril de 2013

Evangelho no Lar Nº 26 - Cap V - Bem aventurados os aflitos - Itens 1 ao 3 (Justiça das aflições)

Auxílio para o Evangelho no Lar  com o estudo do Capítulo 5 (Bem aventurados os aflitos) do Evangelho Segundo o Espiritismo, itens 1 ao 3 (Justiça das aflições), com Sérgio W. Soares.






Para tirar suas dúvidas ou fazer perguntas sobre como proceder no Culto do Evangelho no Lar, envie email para amorperdaoefe@gmail.com e teremos prazer em ajudar.

Site: evangelhonolar2012.blogspot.com

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Pequeno dicionário das palavras contidas no estudo de hoje:



*Padecer: Sofrer.
*Alijar: Eliminar.
* Sendas: Caminhos.
* Pernicioso: Prejudicial.
* Contender: Provocar briga.
* Desígnios: Planos.
* Magnânimo: Nobre, elevado.
* Corrigendas: Corretivos.
* Sequiosos: Que tem sede de algo.
* Ditosos: Felizes.
* Engodo: Enganação.
* Opulência: Abundância.
* Infundir: Inspirar.
* Vicissitudes: Contratempos, revezes.
* Aludida: Referida.


Página de preparo:





Cap 26 – Padecer (sofrer) (Livro “Caminho verdade e vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)



Nada temas das coisas que hás de padecer.
APOCALIPSE, 2: 10.
Uma das maiores preocupações do Cristo foi alijar (eliminar) os fantasmas do medo das estradas dos discípulos.
A aquisição da fé não constitui fenômeno comum nas sendas (caminhos) da vida.
Traduz confiança plena.
Afinal, que significará “padecer”?
O sofrimento de muitos homens, na essência, é muito semelhante ao do menino que perdeu seus brinquedos.
Numerosas criaturas sentem-se eminentemente sofredoras, por não lhes ser possível a prática do mal; revoltam-se outras porque Deus não lhes atendeu aos caprichos perniciosos (prejudiciais).
A fim de prestar a devida cooperação ao Evangelho, é justo nos incorporemos à caravana fiel que se pôs a caminho do encontro com Jesus, compreendendo que o amigo leal é o que não procura contender (provocar briga) e está sempre disposto à execução das boas tarefas.
Participar do espírito de serviço evangélico é partilhar das decisões do Mestre, cumprindo os desígnios (planos) divinos do Pai que está nos Céus.
Não temamos, pois, o que possamos vir a sofrer.
Deus é o Pai magnânimo (nobre, elevado) e justo. Um pai não distribui padecimentos. Dá corrigendas (corretivos) e toda corrigenda aperfeiçoa.

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Estudo de hoje: 
 


Capítulo 5 (Bem aventurados os aflitos) , itens 1 ao 3 (Justiça das aflições)

1. Bem-aventurados os que choram, pois que serão consolados. - Bem-aventurados os famintos e os sequiosos (com sede de) de justiça, pois que serão saciados. - Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, pois que é deles o reino dos céus. (S. MATEUS, cap. V, vv. 5, 6 e 10.)
2. Bem-aventurados vós que sois pobres, porque vosso é o reino dos céus. - Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados. - Ditosos (felizes) sois, vós que agora chorais, porque rireis. (S. LUCAS, cap. VI, vv. 20 e 21.)
Mas, ai de vós, ricos que tendes no mundo a vossa consolação. - Ai de vós que estais saciados, porque tereis fome. - Ai de vós que agora rides, porque sereis constrangidos a gemer e a chorar. (S. LUCAS, cap. VI, vv. 24 e 25.)

Justiça das aflições

3. Somente na vida futura podem efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da Terra. Sem a certeza do futuro, estas máximas seriam um contra-senso; mais ainda: seriam um engodo (enganação). Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. E, dizem, para se ter maior mérito. Mas, então, pergunta-se: por que sofrem uns mais do que outros? Por que nascem uns na miséria e outros na opulência (abundância), sem coisa alguma haverem feito que justifique essas posições? Por que uns nada conseguem, ao passo que a outros tudo parece sorrir? Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude; e que os homens virtuosos sofram, ao lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode consolar e infundir (inspirar) paciência, mas não explica essas anomalias, que parecem desmentir a justiça de Deus. Entretanto, desde que admita a existência de Deus, ninguém o pode conceber sem o infinito das perfeições. Ele necessariamente tem todo o poder, toda a justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. Logo, as vicissitudes (contratempos, revezes) da vida derivam de uma causa e, pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso o de que cada um deve bem compenetrar-se. Por meio dos ensinos de Jesus, Deus pôs os homens na direção dessa causa, e hoje, julgando-os suficientemente maduros para compreendê-la, lhes revela completamente a aludida (referida) causa, por meio do Espiritismo, isto é, pela palavra dos Espíritos.

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Semanalmente em nosso site www.psicografiasdeamor.blogspot.com ou www.evangelhonolar2012.blogspot.com , estaremos fazendo o estudo de cada capítulo do Evangelho segundo o Espiritismo, afim de auxiliar os amigos nos estudos do mesmo e sermos semeadores de Jesus. No facebook basta procurar os grupos "Psicografias de amor" ou "Evangelho no lar 2012" Muita paz a todos e bom estudo! Comentários, dúvidas, sugestões pode ser enviadas para o email amorperdaoefe@gmail.com

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Evangelho no Lar Nº 25 - Cap IV - Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo - Item 26 (Nota sobre a pergunta do item 25: É um castigo a encarnação e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la?)


Auxílio para o Evangelho no Lar  com o estudo do Capítulo 4 (Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo) do Evangelho Segundo o Espiritismo, item 26, com Sérgio W. Soares.





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Pequeno dicionário das palavras contidas no estudo de hoje:

*Ensejo: Oportunidade.
*Abeirar: Aproximar.
* Efêmera: De curta duração.

Página de preparo:



Cap 132 – Sempre adiante (Livro “Caminho verdade e vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)








“Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também escravo.” -
(2ª EPÍSTOLA A PEDRO, capítulo 2, versículo 19.)

O Espírito encarnado, a fim de alcançar os altos objetivos da vida, precisa reconhecer sua condição de aprendiz, extraindo o proveito de cada experiência, sem escravizar-se.

O dinheiro ou a necessidade material, a doença e a saúde do corpo são condições educativas de imenso valor para os que saibam aproveitar o ensejo (oportunidade) de elevação em sua essência legitima.

Infelizmente, porém, de maneira geral, a criatura apenas reconhece semelhantes verdades quando se abeira (aproxima) da transformação pela morte do corpo terrestre.

Raras pessoas transitam de uma situação para outra com a dignidade devida. Comumente, se um rico é transferido a lugar de escassez, dá-se a tão extremas lamentações que acaba vencido, como servo miserável da mendicância; se o pobre é conduzido a elevada posição financeira, não raro se transforma em ordenador insensato, escravizando-se à extravagância e à tirania.

É imprescindível muito cuidado para que as posições transitórias não paralisem os vôos da alma.

Guarda a retidão de consciência e atira-te ao trabalho edificante; então, a teus olhos, toda situação representará oportunidade de atingir o “mais alto” e o “mais além”.

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Estudo de hoje: 
 

Capítulo 4 (Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo) , item 26 (Nota sobre a pergunta do item 25: É um castigo a encarnação e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la?)

 
26. NOTA. - Uma comparação vulgar fará se compreenda melhor essa diferença. O escolar não chega aos estudos superiores da Ciência, senão depois de haver percorrido a série das classes que até lá o conduzirão. Essas classes, qualquer que seja o trabalho que exijam, são um meio de o estudante alcançar o fim e não um castigo que se lhe inflige. Se ele é esforçado, abrevia o caminho, no qual, então, menos espinhos encontra. Outro tanto não sucede àquele a quem a negligência e a preguiça obrigam a passar duplamente por certas classes. Não é o trabalho da classe que constitui a punição; esta se acha na obrigação de recomeçar o mesmo trabalho.
Assim acontece com o homem na Terra. Para o Espírito do selvagem, que está apenas no início da vida espiritual, a encarnação é um meio de ele desenvolver a sua inteligência; contudo, para o homem esclarecido, em quem o senso moral se acha largamente desenvolvido e que é obrigado a percorrer de novo as etapas de uma vida corpórea cheia de angústias, quando já poderia ter chegado ao fim, é um castigo, pela necessidade em que se vê de prolongar sua permanência em mundos inferiores e desgraçados. Aquele que, ao contrário, trabalha ativamente pelo seu progresso moral, além de abreviar o tempo da encarnação material, pode também transpor de uma só vez os degraus intermédios que o separam dos mundos superiores.
Não poderiam os Espíritos encarnar uma única vez em determinado globo e preencher em esferas diferentes suas diferentes existências? Semelhante modo de ver só seria admissível se, na Terra, todos os homens estivessem exatamente no mesmo nível intelectual e moral. As diferenças que há entre eles, desde o selvagem ao homem civilizado, mostram quais os degraus que têm de subir. A encarnação, aliás, precisa ter um fim útil. Ora, qual seria o das encarnações efêmeras (de curta duração) das crianças que morrem em tenra idade? Teriam sofrido sem proveito para si, nem para outrem. Deus, cujas leis todas são soberanamente sábias, nada faz de inútil. Pela reencarnação no mesmo globo, quis ele que os mesmos Espíritos, pondo-se novamente em contacto, tivessem ensejo de reparar seus danos recíprocos. Por meio das suas relações anteriores, quis, além disso, estabelecer sobre base espiritual os laços de família e apoiar numa lei natural os princípios da solidariedade, da fraternidade e da igualdade.

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