sexta-feira, 9 de abril de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 217: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Pelas almas sofredoras que pedem preces (itens 64 ao 66)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Pelas almas sofredoras que pedem preces (itens 64 ao 66)



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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.

1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 98 - A prece recompõe (Livro “Vinha de luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

"E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos." (Atos, 4:31)

 

Na construção de simples casa de pedra, há que despender (gastar) longo esforço para ajustar ambiente próprio, removendo óbices (obstáculos), eliminando asperezas e melhorando a paisagem.

Quando não é necessário acertar o solo rugoso (irregular), é preciso, muitas vezes, aterrar o chão, formando leito (solo) seguro, à base forte.

Instrumentos variados movimentam-se, metódicos, no trabalho renovador.

Assim também na esfera de cogitações de ordem espiritual.

Na edificação (construção) da paz doméstica, na realização dos ideais generosos, no desdobramento de serviços edificantes (construtivos), urge (é necessário) providenciar recursos ao entendimento geral, com vistas à cooperação, à responsabilidade, ao processo de ação imprescindível. E, sem dúvida, a prece representa a indispensável alavanca renovadora, demovendo (retirando) obstáculos no terreno duro da incompreensão.

A oração é divina voz do espírito no grande silêncio.

Nem sempre se caracteriza por sons articulados na conceituação verbal, mas, invariavelmente, é prodigioso (extraordinário) poder espiritual comunicando emoções e pensamentos, imagens e idéias, desfazendo empecilhos (obstáculos), limpando estradas, reformando concepções (conceitos) e melhorando o quadro mental em que nos cabe cumprir a tarefa a que o Pai nos convoca.

Muitas vezes, nas lutas do discípulo sincero do Evangelho, a maioria dos afeiçoados não lhe entende os propósitos (objetivos, finalidades), os amigos desertam (se afastam), os familiares cedem à sombra e à ignorância; entretanto, basta que ele se refugie no santuário da própria vida, emitindo as energias benéficas do amor e da compreensão, para que se mova, na direção de mais alto, o lugar em que se demora com os seus.

A prece tecida de inquietação e angústia não pode distanciar-se dos gritos desordenados de quem prefere a aflição e se entrega à imprudência, mas a oração tecida de harmonia e confiança é força imprimindo direção à bússola da fé viva, recompondo a paisagem em que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior.

 

 

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Pelas almas sofredoras que pedem preces (itens 64 ao 66)

IV - PRECES PELOS QUE JÁ NÃO SÃO DA TERRA

Pelas almas sofredoras que pedem preces

64. PREFÁCIO. Para se compreender o alívio que a prece pode proporcionar aos Espíritos sofredores, faz-se preciso saber de que maneira ela atua, conforme atrás ficou explicado. (Cap. XXVII, n° 9, n° 18 e seguintes.) Aquele que se ache compenetrado (convencido) dessa verdade ora com mais fervor, pela certeza que tem de não orar em vão (à toa, inutilmente).

65. Prece. - Deus clemente (bondoso) e misericordioso (piedoso, que perdoa), que a tua bondade se estenda por sobre todos os Espíritos que se recomendam às nossas preces e particularmente sobre a alma de N...

Bons Espíritos, que tendes por única ocupação fazer o bem, intercedei comigo pelo alívio deles. Fazei que lhes brilhe diante dos olhos um raio de esperança e que a luz divina os esclareça acerca das imperfeições que os conservam distantes da morada dos bem-aventurados. Abri-lhes o coração ao arrependimento e ao desejo de se depurarem (melhorarem), para que se lhes acelere o adiantamento. Fazei-lhes compreender que, por seus esforços, podem eles encurtar a duração de suas provas.

Que Deus, em sua bondade, lhes dê a força de perseverarem nas boas resoluções!

Possam essas palavras repassadas de benevolência (vontade de fazer o bem) suavizar-lhes as penas, mostrando-lhes que há na Terra seres que deles se compadecem (sofrem, tem compaixão) e lhes desejam toda a felicidade.

66. (Outra) - Nós te pedimos, Senhor, que espalhes as graças do teu amor e da tua misericórdia por todos Os que sofrem, quer no espaço como Espíritos errantes (na erraticidade, entre uma encarnação e outra), quer entre nós como encarnados. Tem piedade das nossas fraquezas. Falíveis (sujeitos a falhas) nos fizeste, mas dando-nos capacidade para resistir ao mal e vencê-lo. Que a tua misericórdia se estenda sobre todos os que não hão podido resistir aos seus maus pendores e que ainda se deixam arrastar por maus caminhos. Que os bons Espíritos os cerquem; que a tua luz lhes brilhe aos olhos e que, atraídos pelo calor vivificante dessa luz, eles venham prosternar-se (humilhar-se) a teus pés, humildes, arrependidos e submissos.

Pedimos-te, igualmente, Pai de misericórdia, por aqueles dos nossos irmãos que não tiveram forças para suportar suas provas terrenas. Tu, Senhor, nos deste um fardo (carga, peso) a carregar e só aos teus pés temos de o depor (declarar, restituir). Grande, porém, é a nossa fraqueza e a coragem nos falta algumas vezes no curso da jornada. Compadece-te desses servos indolentes (indiferentes, apáticos, negligentes) que abandonaram antes da hora o trabalho. Que a tua justiça os poupe, e consente (permita) que os bons Espíritos lhes levem alivio, consolações e esperanças no futuro. A perspectiva do perdão fortalece a alma; mostra-a, Senhor, aos culpados que desesperam e, sustentados por essa esperança, eles haurirão (vão absorver) forças na grandeza mesma de suas faltas e de seus sofrimentos, a fim de resgatarem o passado e se prepararem a conquistar o futuro.

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 216: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Pelas pessoas a quem tivemos afeição (itens 62 e 63)

 Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Pelas pessoas a quem tivemos afeição (itens 62 e 63)



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1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 41 – A regra áurea (máxima, de ouro) (Livro “Caminho verdade e vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” - Jesus (Mateus, 22:39)

Incontestavelmente, muitos séculos antes da vinda do Cristo já era ensinada no mundo a Regra Áurea, trazida por embaixadores de sua sabedoria e misericórdia.

Importa esclarecer, todavia, que semelhante princípio era transmitido com maior ou menor exemplificação de seus expositores.

Diziam os gregos: “Não façais ao próximo o que não desejais receber dele.”

Afirmavam os persas: “Fazei como quereis que se vos faça.”

Declaravam os chineses: “O que não desejais para vós, não façais a outrem.”

Recomendavam os egípcios: “Deixai passar aquele que fez aos outros o que desejava para si.”

Doutrinavam os hebreus: “O que não quiserdes para vós, não desejeis para o próximo.”

Insistiam os romanos: “A lei gravada nos corações humanos é amar os membros da sociedade como a si mesmo.”

Na antiguidade, todos os povos receberam a lei de ouro da magnanimidade (grandeza, bondade, generosidade) do Cristo.

Profetas, administradores, juízes e filósofos, porém, procederam (agiram) como instrumentos mais ou menos identificados com a inspiração dos planos mais altos da vida. Suas figuras apagaram-se no recinto dos templos iniciáticos ou confundiram-se na tela do tempo em vista de seus testemunhos fragmentários.

Com o Mestre, todavia, a Regra Áurea é a novidade divina, porque Jesus a ensinou e exemplificou, não com virtudes parciais, mas em plenitude de trabalho, abnegação (renúncia sem interesses ou segundas intenções) e amor, à claridade das praças públicas, revelando-se aos olhos da Humanidade inteira.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Pelas pessoas a quem tivemos afeição (itens 62 e 63)

IV - PRECES PELOS QUE JÁ NÃO SÃO DA TERRA

Pelas pessoas a quem tivemos afeição

62. PREFÁCIO. Que horrenda é a idéia do nada! Quão (quanto) de lastimar (lamentar) são os que acreditam que no vácuo (vazio) se perde, sem encontrar eco que lhe responda, a voz do amigo que chora o seu amigo! Jamais conheceram as puras e santas afeiçoes os que pensam que tudo morre com o corpo; que o gênio, que com a sua vasta inteligência iluminou o mundo; é uma combinação de matéria, que, qual sopro, se extingue (acaba) para sempre; que do mais querido ente, de um pai, de uma mãe, ou de um filho adorado não restará senão um pouco de pó que o vento irremediavelmente dispersará.

Como pode um homem de coração conservar-se frio a essa idéia? Como não o gela de terror a idéia de um aniquilamento (destruição) absoluto e não lhe faz, ao menos, desejar que não seja assim? Se até hoje não lhe foi suficiente a razão para afastar de seu espírito quaisquer dúvidas, aí está o Espiritismo a dissipar (acabar) toda incerteza com relação ao futuro, por meio das provas materiais que dá da sobrevivência da alma e da existência dos seres de além-túmulo. Tanto assim é que por toda a parte essas provas são acolhidas com júbilo (alegria); a confiança renasce, pois que o homem doravante (de agora em diante) sabe que a vida terrestre é apenas uma breve passagem conducente (que conduz) a melhor vida; que seus trabalhos neste mundo não lhe ficam perdidos e que as mais santas afeições não se despedaçam sem mais esperanças. (Cap. IV, n° 18; Cap. V, n° 21.)

63. Prece. - Digna-te, ó meu Deus, de acolher, benévolo (com bondade), a prece que te dirijo pelo Espírito N... Faze-lhe entrever as claridades divinas e torna-lhe fácil o caminho da felicidade eterna. Permite que os bons Espíritos lhe levem as minhas palavras e o meu pensamento.

Tu, que tão caro me eras neste mundo, escuta a minha voz, que te chama para te oferecer novo penhor (testemunho) da minha afeição. Permitiu Deus que te libertasses antes de mim e eu disso me não poderia queixar sem egoísmo, porquanto fora querer-te sujeito ainda às penas e sofrimentos da vida. Espero, pois, resignado, o momento de nos reunirmos de novo no mundo mais venturoso (feliz) no qual me precedeste.

Sei que é apenas temporária a nossa separação e que, por mais longa que me possa parecer, a sua duração nada é em face da ditosa (feliz) eternidade que Deus promete aos seus escolhidos. Que a sua bondade me preserve de fazer o que quer que retarde esse desejado instante e me poupe assim à dor de te não encontrar, ao sair do meu cativeiro (prisão) terreno.

Oh! Quão doce e consoladora é a certeza de que não há entre nós mais do que um véu material que te oculta às minhas vistas! De que podes estar aqui, ao meu lado, a me ver e ouvir como outrora, senão ainda melhor do que outrora; de que não me esqueces, do mesmo modo que eu te não esqueço; de que os nossos pensamentos constantemente se entreluzam (deixem ver, torne visível) e que o teu sempre me acompanha e ampara.

Que a paz do Senhor seja contigo.

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 26 de março de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 215: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Por alguém que acaba de morrer (itens 59 ao 61)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Por alguém que acaba de morrer (itens 59 ao 61)



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1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 170 – Amanhã (Livro “Vinha de luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

"Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã." - (Tiago, 4:14)

Diz o preguiçoso: "amanhã farei".

Exclama o fraco: "amanhã, terei forças".

Assevera (afirma) o delinquente: "amanhã, regenero-me (me corrijo)".

É imperioso (imprescindível) reconhecer, porém, que a criatura, adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda, em verdade, a noção real do tempo.

Quem não aproveita a bênção do dia, vive distante da glória do século.

Alma sem coragem de avançar cem passos, não caminhará vinte mil.

O lavrador que perde a hora de semear, não consegue prever as consequências da procrastinação (deixar para depois, adiamento) do serviço a que se devota, porque, entre uma hora e outra, podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração.

Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida, contudo, a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós.

Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos.

Se todas as aves possuem asas, nem todas se ajustam à mesma tarefa, nem planam no mesmo nível.

A andorinha voa na direção do clima primaveril, mas o corvo, de modo geral, se consagra, em qualquer tempo, aos detritos do chão.

Aquilo que o homem procura agora, surpreenderá amanhã, à frente dos olhos e em torno do coração.

Cuida, pois, de fazer, sem delonga (demora), quanto deve ser feito a benefício de tua própria felicidade, porque o Amanhã será muito agradável e benéfico somente para aquele que trabalha no bem, que cresce no ideal superior e que aperfeiçoa, valorosamente, nas abençoadas horas de Hoje.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , IV - Preces pelos que já não são da Terra - Por alguém que acaba de morrer (itens 59 ao 61)

IV - PRECES PELOS QUE JÁ NÃO SÃO DA TERRA

Por alguém que acaba de morrer

59. PREFÁCIO. As preces pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra não objetivam, unicamente, dar-lhes um testemunho de simpatia: também têm por efeito auxiliar-lhes o desprendimento e, desse modo, abreviar-lhes a perturbação que sempre se segue à separação, tornando-lhes mais calmo o despertar. Ainda aí, porém, como em qualquer outra circunstância, a eficácia está na sinceridade do pensamento e não na quantidade das palavras que se profiram (pronunciam, falam) mais ou menos pomposamente (com ostentação) e em que, amiúde (frequentemente, quase sempre), nenhuma parte toma o coração.

As preces que deste se elevam ressoam em torno do Espírito, cujas idéias ainda estão confusas, como as vozes amigas que nos fazem despertar do sono. (Cap. XXVII, n° l0.)

60. Prece. - Onipotente (todo poderoso) Deus, que a tua misericórdia se derrame sobre a alma de N..., a quem acabaste de chamar da Terra. Possam ser-lhe contadas as provas que aqui sofreu, bem como ter suavizadas e encurtadas as penas que ainda haja de suportar na Espiritualidade!

Bons Espíritos que o viestes receber e tu, particularmente, seu anjo guardião, ajudai-o a despojar-se (desprender-se) da matéria; dai-lhe luz e a consciência de si mesmo, a fim de que saia presto (rapidamente) da perturbação inerente (característico) à passagem da vida corpórea para a vida espiritual. Inspirai-lhe o arrependimento das faltas que haja cometido e o desejo de obter permissão para as reparar, a fim de acelerar o seu avanço rumo à vida eterna bem-aventurada.

N..., acabas de entrar no mundo dos Espíritos e, no entanto, presente aqui te achas entre nós; tu nos vês e ouves, por isso que de menos do que havia, entre ti e nós, só há o corpo perecível (que tem prazo de validade) que vens de abandonar e que em breve estará reduzido a pó.

Despiste o envoltório grosseiro, sujeito a vicissitudes (adversidades) e à morte, e conservaste apenas o envoltório etéreo, imperecível e inacessível aos sofrimentos. Já não vives pelo corpo; vives da vida dos Espíritos, vida essa isenta das misérias que afligem a Humanidade.

Já não tens diante de ti o véu que às nossas vistas oculta os esplendores da vida no Além. Podes, doravante (de agora em diante), contemplar novas maravilhas, ao passo que nós ainda continuamos mergulhados em trevas.

Vais, em plena liberdade, percorrer o espaço e visitar os mundos, enquanto nós rastejaremos penosamente na Terra, à qual se conserva preso o nosso corpo material, semelhante, para nós, a pesado fardo.

Diante de ti, vai desenrolar-se o panorama do Infinito e, em face de tanta grandeza, compreenderás a vacuidade (vazio) dos nossos desejos terrestres, das nossas ambições mundanas e dos gozos fúteis (inúteis) com que os homens tanto se deleitam (deliciam, curtem, gostam, sentem prazer).

A morte, para os homens, mais não é do que uma separação material de alguns instantes. Do exílio onde ainda nos retém a vontade de Deus, bem assim os deveres que nos correm neste mundo, acompanhar-te-emos pelo pensamento, até que nos seja permitido juntar-nos a ti, como tu te reuniste aos que te precederam.

Não podemos ir onde te achas, mas tu podes vir ter conosco. Vem, pois, aos que te amam e que tu amaste; ampara-os nas provas da vida; vela pelos que te são caros; protege-os, como puderes; suaviza-lhes os pesares, fazendo-lhes perceber, pelo pensamento, que és mais ditoso (feliz) agora e dando-lhes a consoladora certeza de que um dia estareis todos reunidos num mundo melhor.

Nesse, onde te encontras, devem extinguir-se todos os ressentimentos. Que a eles, daqui em diante, sejas inacessível, a bem da tua felicidade futura! Perdoa, portanto, aos que hajam incorrido em falta para contigo, como eles te perdoam as que tenhas cometido para com eles.

Nota. - Podem acrescentar-se a esta prece, que se aplica a todos, algumas palavras especiais, conforme as circunstâncias particulares de família ou de relações, bem como a posição social que ocupava o defunto.

Se se trata de uma criança, ensina-nos o Espiritismo que não está ali um Espírito de criação recente, mas um que já viveu e que pode, mesmo, já ser muito adiantado. Se foi curta a sua última existência, é que não devia passar de uma completação de prova, ou constituir uma prova para os pais. (Cap.V, n° 21.)

61. (Outra) - (1). Senhor onipotente, que a tua misericórdia se estenda sobre os nossos irmãos que acabam de deixar a Terra! Que a tua luz brilhe para eles! Tira-os das trevas; abre-lhes os olhos e os ouvidos! Que os bons Espíritos os cerquem e lhes façam ouvir palavras de paz e de esperança!

(1) Esta prece foi ditada a um médium de Bordéus, na ocasião em que passava pela sua casa o féretro (caixão) de um desconhecido.

Senhor, ainda que muito indignos, ousamos implorar a tua misericordiosa indulgencia (perdão) para este irmão nosso que acaba de ser chamado do exílio. Faze que o seu regresso seja o do filho pródigo. Esquece, ó meu Deus, as faltas que haja cometido, para te lembrares somente do bem que haja praticado. Imutável é a tua justiça, nós o sabemos; mas, imenso é o teu amor. Suplicamos-te que abrandes (suavizes) aquela, na fonte de bondade que emana (vem) do teu seio.

Brilhe a luz para os teus olhos, irmão que vens de deixar a Terra! Que os bons Espíritos de ti se aproximem, te cerquem e ajudem a romper as cadeias terrenas! Compreende e vê a grandeza do nosso Senhor: submete-te, sem queixumes (lamentos), à sua justiça, porém, não desesperes nunca da sua misericórdia. Irmão! Que um sério retrospecto do teu passado te abra as portas do futuro, fazendo-te perceber as faltas que deixas para trás e o trabalho cuja execução te incumbe (encarrega, obriga) para as reparares! Que Deus te perdoe e que os bons Espíritos te amparem e animem. Por ti orarão os teus irmãos da Terra e pedem que por eles ores.

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 19 de março de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 214: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Por um agonizante (itens 57 e 58)

 Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Por um agonizante (itens 57 e 58)


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1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 113 – Não te esqueças (Livro “Caminho verdade e vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

“Porque muitos dos judeus, por causa dele, iam e criam (acreditavam, crer) em Jesus.”  (JOÃO, 12:11.)

Narra o Evangelho de João que muita gente, encaminhando-se para Betânia, buscava acercar-se (aproximar-se) do Mestre, não somente para vê-lo, mas para contemplar também a figura de Lázaro, retirado do sepulcro. Nessa movimentação, muitos iam e voltavam transformados, irritando os círculos farisaicos (dos fariseus, grupo de oposição ferrenha ao Cristianismo. Mais detalhes na introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo – III – Notícias Históricas). Essa lembrança do Apóstolo é preciosa.

A situação, todavia, é idêntica nos dias atuais. A alma voltada para o Cristo quase sempre foi ressuscitada por seu amor, escapando à sombra dos pesadelos intelectuais que operam a morte do sentimento...

Muitos homens estão mortos, soterrados nos sepulcros da indiferença, do egoísmo, da negação. Quando um companheiro, como Lázaro, tem a felicidade de ser tocado pelo Cristo, eis que se estabelece a curiosidade geral em torno de suas atitudes. Todos desejam conhecer-lhe as modificações.

Se és, portanto, um beneficiado de Jesus; se o Senhor já te levantou do pó terrestre para o conhecimento da vida infinita, recorda-te de que teus amigos, na maioria, têm notícias do Mestre; todavia, ainda não estão preparados a compreendê-lo integralmente (completamente). Serás, como Lázaro, o ponto de observação direta para todos eles. Somente começarão a receber a claridade da crença sincera por ti, reconhecendo o poder de Jesus pela transformação que estejas demonstrando. Se já foste, pois, chamado pelo Senhor da Vida, está em tuas mãos continuares nos recintos da morte ou levantares para a edificação (construção, melhoria) dos que te rodeiam.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Por um agonizante (itens 57 e 58)

III - PRECES POR OUTREM

Por um agonizante

57. PREFÁCIO. A agonia é o prelúdio (passo inicial, prenúncio) da separação da alma e do corpo. Pode dizer-se que, nesse momento, o homem tem um pé neste mundo e um no outro. É penosa (dolorosa) às vezes essa passagem, para os que muito apegados se acham à matéria e viveram mais para os bens deste mundo do que para os do outro, ou cuja consciência se encontra agitada pelos pesares (tristezas, arrependimentos) e remorsos. Para aqueles cujos pensamentos, ao contrário, buscaram o Infinito e se desprenderam da matéria, menos difíceis de romper-se são os laços que o prendem à Terra e nada têm de dolorosos os seus últimos momentos. Apenas um fio liga, então, a alma ao corpo, enquanto que no outro caso profundas raízes a conservam presa a este. Em todos os casos, a prece exerce ação poderosa sobre o trabalho de separação. (Ver, adiante, "Preces pelos doentes"; também O Céu e o Inferno, 2ª Parte, cap. I - "O Passamento".)

58. Prece. - Deus onipotente (todo poderoso) e misericordioso, aqui está uma alma prestes a deixar o seu envoltório terreno para volver (retornar) ao mundo dos Espíritos, sua verdadeira pátria. Dado lhe seja fazê-lo em paz e que sobre ela se estenda a tua misericórdia.

Bons Espíritos, que a acompanhastes na Terra, não a abandoneis neste momento supremo. Dai-lhe forças para suportar os últimos sofrimentos por que lhe cumpre passar neste mundo, a bem do seu progresso futuro. Inspirai-a, para que consagre (venha a dedicar-se) ao arrependimento de suas faltas os últimos clarões de inteligência que lhe restem, ou que momentaneamente lhe advenham (cheguem, ocorram).

Dirigi o meu pensamento, a fim de que atue de modo a tomar menos penoso (doloroso) para ela o trabalho da separação e a fim de que leve consigo, ao abandonar a Terra, as consolações da esperança.

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:


sexta-feira, 12 de março de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 213: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Por uma criança que acaba de nascer (itens 53 ao 56)

 Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Por uma criança que acaba de nascer (itens 53 ao 56)



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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.

1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 138 – Iluminemos o santuário (Livro “Vinha de Luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

"Pois nós somos um santuário do Deus vivo." - Paulo (II Coríntios, 6:16)

O esforço individual estabelece a necessária diferenciação entre as criaturas, mas a distribuição das oportunidades divinas é sempre a mesma para todos.

Indiscriminadamente, todas as pessoas recebem possibilidades idênticas de crescimento mental e elevação ao campo superior da vida.

Todos somos, pois, consoante (de acordo, conforme) a sentença de Paulo, santuários do Deus vivo. Apesar disso, inúmeras pessoas se declaram afastadas da luz eterna, deserdadas (excluídas) da fé. Enquanto dispõem da saúde e do tesouro das possibilidades humanas, fazem anedotário (piadas) leve e irônico. Ao apagar das luzes terrestres, porém, inabilitados à movimentação no campo da fantasia, revoltam-se contra a Divindade e precipitam-se em abismo de desespero. São companheiros invigilantes que ocuparam o santuário do espírito com material inadequado. Absorvidos pelas preocupações imediatistas da esfera inferior, transformaram esperanças em ambições criminosas, expressões de confiança em fanatismo cego, aspirações do Alto em interesses da zona mais baixa.

Debalde (inútil) se faz ouvir a palavra delicada e pura do Senhor, no santuário interno, quando a criatura, obcecada pelas ilusões do plano físico, perde a faculdade (capacidade) de escutar. Entre os seus ouvidos e a sublime advertência, erguem-se fronteiras espessas (grossas, grandes) de egoísmo cristalizado e de viciosa aflição. E, pouco a pouco, o filho de Deus encarnado na Terra, de rico de ideais humanos e realizações transitórias, passa à condição de mendigo de luz e paz, na velhice e na morte...

O Senhor continua ensinando e amando, orientando e dirigindo, mas, porque a surdez prossegue sempre, chegam a seu tempo as bombas renovadoras do sofrimento, convidando a mente desviada e obscura à descoberta dos valores que lhe são próprios, reintegrando-a no santuário de si mesma para o reencontro sublime com a Divindade.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Por uma criança que acaba de nascer (itens 53 ao 56)

III - PRECES POR OUTREM

Por uma criança que acaba de nascer

53. PREFÁCIO. Somente depois de terem passado pelas provas da vida corpórea (encarnada), chegam à perfeição os Espíritos. Os que se encontram na erraticidade (entre uma encarnação e outra) aguardam que Deus lhes permita volver (voltar) a uma existência que lhes proporcione meios de progredir, quer pela expiação (reparação, quitação) de suas faltas passadas, mediante as vicissitudes (dificuldades, adversidades) a que fiquem sujeitos, quer desempenhando uma missão proveitosa para a Humanidade. O seu adiantamento e a sua felicidade futura serão proporcionados à maneira por que empreguem o tempo que hajam de estar na Terra. O encargo de lhes guiar os primeiros passos e de os encaminhar para o bem cabe a seus pais, que responderão perante Deus pelo desempenho que derem a esse mandato. Para lhos facilitar, foi que Deus fez do amor paterno e do amor filial (dos pais) uma lei da Natureza, lei que jamais se transgride impunemente.

54. Prece. - (Para ser dita pelos pais) - Espírito que encarnaste no corpo do nosso filho, sê bem-vindo. Sê bendito, ó Deus Onipotente (todo-poderoso), que no-lo mandaste.

É um depósito que nos foi confiado e do qual teremos um dia de prestar contas. Se ele pertence à nova geração de Espíritos bons que hão de povoar a Terra, obrigado, ó meu Deus, por essa graça! Se é uma alma imperfeita, corre-nos o dever de ajudá-lo a progredir na senda (caminho) do bem, pelos nossos conselhos e bons exemplos. Se cair no mal, por culpa nossa, responderemos por isso, visto que, então, teremos falido (falhado) em nossa missão junto dele.

Senhor, ampara-nos em nossa tarefa e dá-nos a força e a vontade de cumpri-la. Se este filho nos vem como provação para os nossos Espíritos, faça-se a tua vontade!

Bons Espíritos que presidistes (dirigistes, orientastes) ao seu nascimento e que tendes de acompanhá-lo no curso de sua existência, não o abandoneis. Afastai dele os maus Espíritos que tentem orientá-lo para o mal. Dai-lhe forças para lhes resistir às sugestões e coragem para sofrer com paciência e resignação as provas que o esperam na Terra. (Cap. XIV, n° 9.)

55. (Outra) - Meu Deus, confiaste-me a sorte de um dos teus Espíritos; faze, Senhor, que eu seja digno do encargo que me impuseste. Concede-me a tua proteção. Ilumina a minha inteligência, a fim de que eu possa perceber desde cedo as tendências daquele que me compete preparar para ascender à tua paz.

56. (Outra) - Deus de bondade, pois que te aprouve (agradou) permitir que o Espírito desta criança viesse de novo sofrer as provas terrenas, destinadas a fazê-lo progredir, dá-lhe luz, a fim de que aprenda a conhecer-te, amar-te e adorar-te. Faze, pela tua onipotência, que esta alma se regenere na fonte das tuas sábias instruções; que, sob a égide (proteção) do seu anjo guardião, a sua inteligência se desenvolva e amplie e o leve a ter por aspiração aproximar-se cada vez mais de ti; que a ciência do Espiritismo seja a luz brilhante que o ilumine através dos escolhos (obstáculos) da vida; que ele, enfim, saiba apreciar toda a extensão do teu amor, que nos põe em prova, para purificar-nos.

Senhor, lança paterno olhar sobre a família a que confiaste esta alma, para que ela compreenda a importância da sua missão e faça que germinem (desenvolvam) nesta criança as boas sementes, até ao dia em que ela possa, por suas próprias aspirações, elevar-se sozinha para ti.

Digna-te, ó meu Deus, de atender a esta humilde prece, em nome e pelos merecimentos dAquele que disse: "Deixai venham a mim as criancinhas, porquanto o reino dos céus é para os que se lhes assemelham."

4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 5 de março de 2021

Novo Evangelho no lar Nº 212: Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Pelos inimigos do Espiritismo (itens 50 ao 52)

 Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Pelos inimigos do Espiritismo (itens 50 ao 52)



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1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 137 - Inimigos (Livro “Pão Nosso”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

“Amai, pois, os vossos inimigos.”– Jesus. (Lucas, 6:35)

 A afirmativa do Mestre Divino merece meditação em toda parte. Naturalmente que a recomendação, quanto ao amor aos inimigos, pede análise especial.

A multidão, em geral, não traduz o verbo amar senão pelas atividades cariciosas (de carícias, carinho). Para que um homem demonstre capacidade afetiva, ante os olhos vulgares (comuns), precisará movimentar imenso cabedal (preparo, recursos, argumentos) de palavras e atitudes ternas (suaves, brandas), quando sabemos que o amor pode resplandecer (expressar-se com brilho) no coração das criaturas sem qualquer exteriorização superficial. Porque o Pai nos confira experiências laboriosas (trabalhosas, árduas) e rudes, na terra ou noutros mundos, não lhe podemos atribuir qualquer negação de amor.

No terreno a que se reporta o Amigo Divino, é justo nos detenhamos em legítimas ponderações (observações).

Onde há luta há antagonismo (oposição), revelando a existência de circunstâncias com as quais não seria lícito (admissível) concordar em se tratando de bem comum. Quando o Senhor nos aconselhou amar os inimigos, não exigiu aplausos ao que rouba ou destrói, deliberadamente, nem mandou multiplicarmos as asas da perversidade ou da má fé. Recomendou, realmente, auxiliarmos os mais cruéis; no entanto, não com aprovação indébita (livre de débitos) e sim com a disposição sincera e fraterna de ajudá-los a se reerguerem para a senda (caminho) divina, através da paciência, do recurso construtivo ou do trabalho restaurador. O Mestre, acima de tudo, preocupou-se em preservar-nos contra o veneno do ódio, evitando-nos a queda em disputas inferiores, inúteis ou desastrosas.

Ama, pois, os que se mostram contrários ao teu coração, amparando-os fraternalmente com todas as possibilidades de socorro ao teu alcance, convicto de que semelhante medida te livrará do calamitoso duelo do mal contra o mal.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , III - Preces por outrem - Pelos inimigos do Espiritismo (itens 50 ao 52)

III - PRECES POR OUTREM

Pelos inimigos do Espiritismo

50. Bem-aventurados os famintos de justiça, porque serão saciados (satisfeitos).

Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos céus.

Ditosos (felizes) sereis, quando os homens vos carregarem de maldições, vos perseguirem e falsamente disserem contra vós toda espécie de mal, por minha causa. - Rejubilai-vos (alegrai-vos), então, porque grande recompensa vos está reservada nos céus, pois assim perseguiram eles os profetas enviados antes de vós. (S. MATEUS, cap. V, vv. 6 e 10 a 12.)

Não temais os que matam o corpo, mas que não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode perder alma e corpo no inferno. (S. MATEUS, cap. X, v. 28.)

51. PREFÁCIO. De todas as liberdades, a mais inviolável (sagrada, intocável) é a de pensar, que abrange (inclui) a de consciência. Lançar alguém anátema (condenação, reprovação) sobre os que não pensam como ele é reclamar para si essa liberdade e negá-la aos outros, é violar o primeiro mandamento de Jesus: a caridade e o amor do próximo. Perseguir os outros, por motivos de suas crenças, é atentar contra o mais sagrado direito que tem todo homem o de crer no que lhe convém e de adorar a Deus como o entenda. Constrangê-los a atos exteriores semelhantes aos nossos é mostrarmos que damos mais valor à forma do que ao fundo, mais às aparências, do que à convicção. Nunca a abjuração (renúncia, abandono de uma religião) forçada deu a quem quer que fosse a fé; apenas pode fazer hipócritas (fingir algo que na realidade não somos). É um abuso da força material, que não prova a verdade. A verdade é senhora de si: convence e não persegue, porque não precisa perseguir.

O Espiritismo é uma opinião, uma crença; fosse (1) até uma religião, por que se não teria a liberdade de se dizer espírita, como se tem a de se dizer católico, protestante, ou judeu, adepto de tal ou qual doutrina filosófica, de tal ou qual sistema econômico? Essa crença é falsa, ou é verdadeira, se é falsa, cairá por si mesma, visto que o erro não pode prevalecer contra a verdade, quando se faz luz nas inteligências. Se é verdadeira, não haverá perseguição que a torne falsa.

(1) Ver "Reformador" de 1946, pág. 253; "Revue Spirite", de dezembro de 1868; "Allan Kardec", de Zêus Wantuil e Francisco Thiesen, vol. III, pág. 100. Nota da Editora da FEB.

A perseguição é o batismo de toda idéia nova, grande e justa e cresce com a magnitude (grandeza) e a importância da idéia. O furor (fúria) e o desabrimento (agir com grosseria, rude, áspero) dos seus inimigos são proporcionais ao temor que ela lhes inspira. Tal a razão por que o Cristianismo foi perseguido outrora (tempos atrás) e por que o Espiritismo o é hoje, com a diferença, todavia, de que aquele o foi pelos pagãos (politeístas, que acreditavam na existência de vários deuses), enquanto o segundo o é por cristãos. Passou o tempo das perseguições sangrentas. é exato; contudo, se já não matam o corpo, torturam a alma, atacam-na até nos seus mais íntimos sentimentos, nas suas mais caras afeições. Lança-se a desunião nas famílias, excita-se a mãe contra a filha, a mulher contra o marido; investe-se mesmo contra o corpo, agravando-se-lhe as necessidades materiais, tirando-se-lhe o ganha-pão, para reduzir pela fome o crente. (Cap. XXIII, nº 9 e seguintes.)

Espíritas, não vos aflijais com os golpes que vos desfiram, pois eles provam que estais com a verdade. Se assim não fosse, deixar-vos-iam tranquilos e não vos procurariam ferir. Constitui uma prova para a vossa fé, porquanto é pela vossa coragem, pela vossa resignação e pela vossa paciência que Deus vos reconhecerá entre os seus servidores fiéis, a cuja contagem ele hoje procede, para dar a cada um a parte que lhe toca, segundo suas obras.

A exemplo dos primeiros cristãos, carregai com altivez (dignidade) a vossa cruz. Crede na palavra do Cristo, que disse: "Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, que deles é o reino dos céus. Não temais os que matam o corpo, mas que não podem matar a alma." Ele também disse: "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos fazem mal e orai pelos que vos perseguem. Mostrai que sois seus verdadeiros discípulos e que a vossa doutrina é boa, fazendo o que ele disse e fez.

A perseguição pouco durará. Aguardai com paciência o romper da aurora (claridade que vem antes do nascer do sol), pois que já rutila (brilha) no horizonte a estrela d'alva. (Cap. XXIV, nº 13 e seguintes.)

52. Prece. - Senhor, tu nos disseste pela boca de Jesus, o teu Messias (libertador, salvador): "Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça; perdoai aos vossos inimigos; orai pelos que vos persigam." E ele próprio nos deu o exemplo, orando pelos seus algozes (que agem de forma cruel, má, desumana).

Seguindo esse exemplo, meu Deus, imploramos a tua misericórdia para os que desprezam os teus sacratíssimos (sagrados)

preceitos, únicos capazes de facultar (permitir) a paz neste mundo e no outro. Como o Cristo, também nós te dizemos: "Perdoa-lhes, Pai, que eles não sabem o que fazem."

Dá-nos forças para suportar com paciência e resignação, como provas para a nossa fé e a nossa humildade, seus escárnios (deboches, zombarias), injúrias, calúnias e perseguições; isenta-nos de toda idéia de represálias, visto que para todos soará a hora da tua justiça, hora que esperamos submissos à tua vontade santa.

 4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento: