Auxílio ao Evangelho no Lar, com estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo 5- Bem aventurados os aflitos - Item 26 (Instruções dos Espíritos – Provas voluntárias. O verdadeiro cilício (martírio, tormento, sofrimento))
TODA SEXTA-FEIRA DISPONIBILIZAMOS UM NOVO ESTUDO!
https://cienciaemocional.com Conheça as CAUSAS EMOCIONAIS de nossas doenças e enfermidades.
Quer marcar uma sessão de Terapia Online em qualquer lugar do mundo?
Acesse https://terapiahoje.com
Se quiser conhecer a Jornada do Autoconhecimento Prático com mais de 400 videos e mentoria semanal AO VIVO, entre em https://autoconhecimentopratico.com
Meu Whatsapp do Brasil: (21)99247-5631
| QR Para meu Whatsapp |
1ª parte: Prece de
abertura:
2ª parte: Leitura da página de preparo:
Página de preparo: Cap 121 – Espinheiros (Livro “Caminho verdade e
vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)
“Nem se vindimam (colhem) uvas dos abrolhos (plantas
de fruto espinhoso).” — JESUS (Lucas, 6.44)
O cristão é um combatente ativo.
Despertando no campo do Senhor,
aturde-se-lhe (maravilha-se, surpreende-se) a
visão com a amplitude e complexidade do trabalho.
Dificuldades, tropeços, cipoais (dificuldades), ervas daninhas…
E o Evangelho, com propriedade de
conceituação, elucida (esclarece) que não se
pode vindimar (colher uvas) nos espinheiros.
Entretanto, teria Jesus assumido a
paternidade de semelhante afirmativa para que cruzemos os braços em falsa
beatitude (felicidade)?
Se o terreno permanece absorvido
pelos abrolhos (plantas de fruto espinhoso), o
discípulo recebeu inúmeras ferramentas do Mestre dos mestres.
Indispensável, pois, enfrentar o
serviço.
O Cristo encarou, face a face, o
sacrifício pela Humanidade inteira.
Será a existência de alguns
espinheiros a causa de nossos obstáculos insuperáveis?
Não. Se hoje é impossível a vindima (colheita das uvas), ataquemos o chão duro. Lavremos o
solo árido. Adubemos com suor e lágrimas.
Haverá sempre chuvas fecundantes do
Céu ou generosos mananciais (nascentes de água
abundante) da Terra, abençoando-nos o esforço.
A Divina Providência reside em toda
parte.
Não olvidemos (esqueçamos) o imperativo do
trabalho e, depois, em lugar dos abrolhos, colheremos o fruto suave e doce da
videira.
3ª parte: Estudo do Evangelho:
Capítulo 5: Bem aventurados os aflitos - Item
26 (Instruções dos Espíritos – Provas voluntárias. O verdadeiro cilício (martírio, tormento,
sofrimento))
INSTRUÇÕES
DOS ESPÍRITOS
Provas voluntárias. O verdadeiro
cilício (martírio, tormento, sofrimento))
26.
Perguntais se é licito (permitido) ao homem
abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito (permitido), àquele que se afoga, cuidar de salvar-se?
Aquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o
médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a
paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e
difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as
dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos
males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não
desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria
mais preguiça do que virtude.
Essa
questão dá lugar naturalmente a outra. Pois, se Jesus disse:
"Bem-aventurados os aflitos", haverá mérito em procurar, alguém,
aflições que lhe agravem as provas, por meio de sofrimentos voluntários? A isso
responderei muito positivamente: sim, há grande mérito quando os sofrimentos e
as privações objetivam o bem do próximo, porquanto é a caridade pelo
sacrifício; não, quando os sofrimentos e as privações somente objetivam o bem
daquele que a si mesmo as inflige, porque aí só há egoísmo por fanatismo.
Grande
distinção (diferença) cumpre aqui se faça: pelo
que vos respeita pessoalmente, contentai-vos com as provas que Deus vos manda e
não lhes aumenteis o volume, já de si por vezes tão pesado; aceitá-las sem
queixumes (lamentos) e com fé, eis tudo o que de
vós exige ele. Não enfraqueçais o vosso corpo com privações inúteis e
macerações (penitencias, jejuns, etc) sem
objetivo, pois que necessitais de todas as vossas forças para cumprirdes a
vossa missão de trabalhar na Terra. Torturar e martirizar voluntariamente o
vosso corpo é contravir (transgredir) a lei de
Deus, que vos dá meios de o sustentar e fortalecer. Enfraquecê-lo sem
necessidade é um verdadeiro suicídio. Usai, mas não abuseis, tal a lei. O abuso
das melhores coisas tem a sua punição nas inevitáveis consequências que
acarreta.
Muito
diverso (diferente) é o que ocorre, quando o
homem impõe a si próprio sofrimentos para o alívio do seu próximo. Se
suportardes o frio e a fome para aquecer e alimentar alguém que precise ser
aquecido e alimentado e se o vosso corpo disso se ressente, fazeis um
sacrifício que Deus abençoa. Vós que deixais os vossos aposentos perfumados
para irdes à mansarda (casa pobre) infecta levar
a consolação; vós que sujais as mãos delicadas pensando chagas; vós que vos
privais do sono para velar à cabeceira de um doente que apenas é vosso irmão em
Deus; vós, enfim, que despendeis a vossa saúde na prática das boas obras,
tendes em tudo isso o vosso cilício, verdadeiro e abençoado cilício, visto que
os gozos do mundo não vos secaram o coração, que não adormecestes no seio das
volúpias (prazeres) enervantes da riqueza, antes
vos constituístes anjos consoladores dos pobres deserdados.
Vós,
porém, que vos retirais do mundo, para lhe evitar as seduções e viver no
insulamento (isolado), que utilidade tendes na
Terra? Onde a vossa coragem nas provações, uma vez que fugis à luta e desertais
do combate? Se quereis um cilício, aplicai-o às vossas almas e não aos vossos
corpos; mortificai o vosso Espírito e não a vossa carne; fustigai (chicoteie) o vosso orgulho, recebei sem murmurar as
humilhações; flagiciai (insulte) o vosso
amor-próprio; enrijai-vos (endureçai-vos) contra
a dor da injúria e da calúnia, mais pungente (angustiante)
do que a dor física. Aí tendes o verdadeiro cilício cujas feridas vos serão
contadas, porque atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de
Deus. Um anjo guardião. (Paris, 1863.)
4ª parte: Prece
pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:
5ª parte: Fluidificação
da água:
6ª parte: Prece
de encerramento:
Nenhum comentário:
Postar um comentário