Auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho segundo o espiritismo - Capítulo 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - item 11 (Instruções dos Espíritos – O orgulho e a humildade) parte final
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1ª parte: Prece de
abertura:
2ª parte: Leitura da página de preparo:
Página de preparo: Cap 39 – Convite ao bem (Livro "Pão Nosso"
- Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)
“Mas, quando fores convidado, vai.” – Jesus. (Lucas,14:10.)
Em todas as épocas, o bem constitui a fonte divina,
suscetível (que torna possível)
de fornecer-nos valores imortais.
O homem de reflexão terá observado que todo o período
infantil é conjunto de apelos ao sublime manancial (origem, princípio).
O convite sagrado é repetido, anos a fio. Vem através
dos amorosos pais humanos, dos mentores escolares, da leitura salutar (sadia),
do sentimento religioso, dos amigos comuns. Entretanto, raras inteligências
atingem a juventude, de atenção fixa no chamamento elevado.
Quase toda gente ouve as requisições da natureza
inferior, olvidando (esquecendo)
deveres preciosos. Os apelos, todavia, continuam...
Aqui, é um livro amigo, revelando a verdade em
silêncio; ali, é um companheiro generoso que insiste em favor das realidades
luminosas da vida...
A rebeldia, porém, ainda mesmo em plena madureza do
homem, costuma rir inconscientemente, passando, todavia, em marcha compulsória,
na direção dos desencantos naturais, que lhe impõem mais equilibrados
pensamentos.
No Evangelho de Jesus, o convite ao bem reveste-se de
claridades eternas. Atendendo-o, poderemos seguir ao encontro de Nosso Pai, sem
hesitações.
Se o clarim cristão já te alcançou os ouvidos,
aceita-lhe as clarinadas sem vacilar.
Não esperes pelo aguilhão (dor, espinho) da necessidade.
Sob a tormenta, é cada vez mais difícil a visão do
porto.
A maioria dos nossos irmãos na Terra
caminha para Deus, sob o ultimato das dores, mas não aguardes pelo açoite (castigo, dores) de sombras, quando podes seguir,
calmamente, pelas estradas claras do amor.
3ª parte: Estudo do Evangelho:
Capítulo 7 - Bem aventurados os pobres de
espírito - item 11 (Instruções dos Espíritos – O orgulho e a humildade)
O
orgulho e a humildade
11. Continuação...
Oh! meu Deus, será preciso que o
Cristo volte segunda vez à Terra para ensinar aos homens as tuas leis, que eles
olvidam (esquecem)? Terá que de novo expulsar do
templo os vendedores que conspurcam (sujam, mancham,
corrompem) a tua casa, casa que é unicamente de oração? E, quem sabe? ó
homens! se o não renegaríeis como outrora, caso Deus vos concedesse essa graça!
Chamar-lhe-íeis blasfemador (quem diz absurdos),
porque abateria o orgulho dos modernos fariseus. E bem possível que o fizésseis
perlustrar (percorrer) novamente o caminho do
Gólgota (calvário, sofrimento).
(Fariseus:
grupo de judeus que obedecia a leis religiosas rígidas. Os fariseus viveram na
Judéia, Palestina, no tempo de Jesus. Não mantinham relações com os não-crentes
ou com os judeus estranhos ao seu próprio grupo. Os fariseus consideravam-se
mais justos e santos do que os outros em geral.)
Quando Moisés subiu ao monte
Sinai para receber os mandamentos de Deus, o povo de Israel, entregue a si
mesmo, abandonou o Deus verdadeiro. Homens e mulheres deram o ouro e as jóias
que possuíam, para que se construísse um ídolo que entraram a adorar. Vós
outros, homens civilizados, os imitais. O Cristo vos legou a sua doutrina;
deu-vos o exemplo de todas as virtudes e tudo abandonastes, exemplos e
preceitos. Concorrendo para isso com as vossas paixões, fizestes um Deus a
vosso jeito: segundo uns, terrível e sanguinário; segundo outros, alheado (desatento, sem se importar) dos interesses do mundo.
O Deus que fabricastes é ainda o bezerro de ouro que cada um adapta aos seus
gostos e às suas idéias.
Despertai, meus irmãos, meus
amigos. Que a voz dos Espíritos ecoe nos vossos corações. Sede generosos e
caridosos, sem ostentação, isto é, fazei o bem com humildade. Que cada um
proceda pouco a pouco à demolição dos altares que todos ergueram ao orgulho.
Numa palavra: sede verdadeiros cristãos e tereis o reino da verdade. Não
continueis a duvidar da bondade de Deus, quando dela vos dá ele tantas provas.
Vimos preparar os caminhos para que as profecias se cumpram. Quando o Senhor
vos der uma manifestação mais retumbante (intensa,
forte) da sua demência, que o enviado celeste já vos encontre formando
uma grande família; que os vossos corações, mansos e humildes, sejam dignos de
ouvir a palavra divina que ele vos vem trazer; que ao eleito somente se deparem
em seu caminho as palmas que aí tenhais deposto, volvendo ao bem, à caridade, à
fraternidade. Então, o vosso mundo se tornará o paraíso terrestre. Mas, se
permanecerdes insensíveis à voz dos Espíritos enviados para depurar (aprimorar, melhorar) e renovar a vossa sociedade
civilizada, rica de ciências, mas, no entanto, tão pobre de bons sentimentos,
ah! então não nos restará senão chorar e gemer pela vossa sorte. Mas, não,
assim não será. Voltai para Deus, vosso pai, e todos nós que houvermos contribuído
para o cumprimento da sua vontade entoaremos o cântico de ação de graças,
agradecendo-lhe a inesgotável bondade e glorificando-o por todos os séculos dos
séculos. Assim seja. Lacordaire. (Constantina, 1863.)
4ª parte: Prece
pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:
5ª parte: Fluidificação
da água:
6ª parte: Prece
de encerramento:
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