sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Evangelho no Lar Nº 209 - Capítulo 28 (preces) , Prece para quem prevê a morte chegar

Auxílio para o evangelho no lar com o estudo do Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) , II - Preces por aquele mesmo que ora - Prevendo próxima a morte (itens 40 e 41)
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Pequeno dicionário das palavras contidas no estudo de hoje:
Atendendo a pedidos, colocaremos o significado logo após as palavras no próprio texto, sempre na cor vermelha.    


Página de preparo:



Cap 176 - Na revelação da vida  (Livro "Pão Nosso" - Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)

“E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. – (Atos, 4:33.)

( Nos dicionários, vemos as seguintes definições: *Ressurreição: Voltar à vida no mesmo corpo. * Reencarnação: Voltar à vida num corpo diferente.)
Os companheiros diretos do Mestre Divino não estabeleceram os serviços da comunidade cristã sobre princípios cristalizados (que não evoluem), inamovíveis. Cultuaram a ordem, a hierarquia e a disciplina, mas amparavam também o espírito do povo, distribuindo os bens da revelação espiritual, segundo a capacidade receptiva de cada um dos candidatos à nova fé.
Negar, presentemente, a legitimidade do esforço espiritista, em nome da fé cristã, é testemunho de ignorância ou leviandade (julgamento precipitado, sem refletir; inconsiderado).
Os discípulos do Senhor conheciam a importância da certeza na sobrevivência para o triunfo na vida moral. Eles mesmos se viram radicalmente transformados, após a ressurreição do Amigo Celeste, ao reconhecerem que o amor e a justiça regem o ser além do túmulo. Por isso mesmo, atraíam companheiros novos, transmitindo-lhes a convicção de que o Mestre prosseguia vivo e operoso, para lá do sepulcro.
Em razão disso, o ministério apostólico não se dividia tão somente na discussão dos problemas intelectuais da crença e nos louvores adorativos. Os continuadores do Cristo forneciam, “com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus” e, em face do amor com que se devotavam à obra salvacionista, neles havia “abundante graça”.
O Espiritismo evangélico vem movimentar o serviço divino que envolve em si, não somente a crença consoladora, mas também o conhecimento indiscutível da imortalidade.
As escolas dogmáticas (dogma: ponto de uma doutrina que se apresenta como algo indiscutível ou inquestionável) prosseguirão alinhando artigos de fé inoperante, congelando as idéias em absurdos afirmativos, mas o Espiritismo cristão vem restaurar, em suas atividades redentoras, o ensinamento da ressurreição individual, consagrado pelo Mestre Divino, que voltou, Ele mesmo, das sombras da morte, para exaltar a continuidade da vida.

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Capítulo 28 (Coletânea de preces espíritas) ,  II - Preces por aquele mesmo que ora - Prevendo próxima a morte (itens 40 e 41)

II - PRECES POR AQUELE MESMO QUE ORA

Prevendo próxima a morte

40. PREFÁCIO. A fé no futuro, a orientação do pensamento, durante a vida, para os destinos vindouros (que estão por vir) , favorecem e aceleram o desligamento do Espírito, por enfraquecerem os laços que o prendem ao corpo, tanto que, freqüentemente, a vida corpórea ainda se não extinguiu de todo, e a alma, impaciente, já alçou o vôo para a imensidade. Ao contrário, no homem que concentra nas coisas materiais todos os seus cuidados, aqueles laços são mais tenazes (ferrenhos, insistentes), penosa e dolorosa é a separação e cheio de perturbação e ansiedade o despertar no além-túmulo.
41. Prece. - Meu Deus, creio em ti e na tua bondade infinita e, por isso mesmo, não posso crer hajas dado ao homem a inteligência, que lhe faculta conhecer-te, e a aspiração pelo futuro, para o mergulhares no nada.
Creio que o meu corpo é apenas o envoltório perecível (que tem prazo de validade) de minha alma e que, quando eu tenha deixado de viver, acordarei no mundo dos Espíritos.
Deus Todo-Poderoso, sinto se rompem os laços que me prendem a alma ao corpo e que dentro em pouco irei prestar contas do uso que fiz da vida que me foge.
Vou experimentar as conseqüências do bem e do mal que pratiquei. Lá não haverá ilusões, nem subterfúgios (pretextos para se fugir de algo / desculpas esfarrapadas) possíveis. Diante de mim vai desenrolar-se todo o meu passado e serei julgado segundo as minhas obras.
Nada levarei dos bens da Terra. Honras, riquezas, satisfações da vaidade e do orgulho, tudo, enfim, que é peculiar (próprio) ao corpo permanecerá neste mundo. Nem a mais mínima parcela de todas essas coisas me acompanhará, nem me será de utilidade alguma no mundo dos Espíritos. Apenas levarei comigo o que pertence à alma, isto é, as boas e as más qualidades, para serem pesadas na balança da mais rigorosa justiça. E tanto maior severidade haverá no meu julgamento, quanto maior número de ocasiões para fazer o bem, que não fiz, me tenha proporcionado a posição que ocupei na Terra. (Cap. XVI, n° 9.)
Deus de misericórdia, que o meu arrependimento te chegue aos pés! Digna-te de lançar sobre mim o manto da tua indulgência (perdão pelos pecados).
Se te aprouver prolongar a minha existência, seja esse prolongamento empregado em reparar, tanto quanto em mim esteja, o mal que eu tenha praticado. Se soou, sem dilação (prorrogação, alongamento) possível, a minha hora, levo comigo o consolador pensamento de que me será permitido redimir-me (reconquistar aquilo que se havia perdido), por meio de novas provas, a fim de merecer um dia a felicidade dos eleitos.
Se não me for dado gozar imediatamente dessa felicidade sem mescla (sem misturas, pura), partilha tão só do justo por excelência, sei que me não é defesa para sempre a esperança e que, pelo trabalho, alcançarei o fim, mais tarde ou mais cedo, conforme os meus esforços.
Sei que próximos de mim, para me receberem, estão Espíritos bons e o meu anjo de guarda, aos quais dentro em pouco verei, como eles me vêem. Sei que, se o tiver merecido, encontrarei de novo aqueles a quem amei na Terra e que aqueles que aqui deixo irão juntar-se a mim, que um dia estaremos todos reunidos para sempre e que, enquanto esse dia não chegar, poderei vir visitá-los.
Sei também que vou encontrar aqueles a quem ofendi. Possam eles perdoar-me o que tenham a reprochar-me (censurar-me): o meu orgulho, a minha dureza, minhas injustiças, a fim de que a presença deles não me acabrunhe (humilhe, cause constrangimento, desanime) de vergonha!
Perdôo aos que me tenham feito ou querido fazer mal; nenhum rancor contra eles alimento e peço-te, meu Deus, que lhes perdoe.
Senhor, dá-me forças para deixar sem pena os prazeres grosseiros deste mundo, que nada são em confronto com as alegrias sãs e puras do mundo em que vou penetrar e onde, para o justo, não há mais tormentos, nem sofrimentos, nem misérias, onde somente o culpado sofre, mas tendo a confortá-lo a esperança.
A vós, bons Espíritos, e a ti, meu anjo guardião, suplico que me não deixeis falir (abater) neste momento supremo. Fazei que a luz divina brilhe aos meus olhos, a fim de que a minha fé se reanime, se vier a abalar-se.
Nota - Veja-se, adiante, o parágrafo V: "Preces pelos doentes e obsidiados". 

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